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Depressão no meio acadêmico

Desde os processos denominados Revoluções Industrias e a ascensão do capitalismo têm-se priorizado capital e mercado em detrimento de valos humanos essenciais. Atrelado a isto, nota-se tal atitude presente nos meios acadêmicos em que a depressão é um tema bastante debatido e polemizado no tecido social. Temas como o individualismo e a efemeridade da vida devem ser analisados para que o debate em si não fique esvaziado. O maior desafio para as novas gerações será o de superar essa tendência, a partir do conhecimento dos fatores que contribuem para o mal-estar do nosso tempo.
É preciso, inicialmente, observar que o individualismo tomou conta da sociedade contemporânea aonde Zygmunt Bauman afirma que vive-se em uma sociedade liquida, ou seja, a metaforizarão das relações instáveis dentro do corpo social corrobora para o egocentrismo da atualidade. Aprofundando-se este conceito pode-se ver atos deste tipo com relação a indivíduos que tem depressão e que outros que não estão no lugar banalizam a doença falando que é frescura, não obstante caracterizar a doença como frescura é um grande equívoco. Neste sentido, para mudar a caracterização desta doença em indivíduos que desconhecem sobre o assunto deve-se propor ficções engajadas com a finalidade de criar e/ou aperfeiçoar o pensamento crítico de indivíduos do tecido orgânico.
Desdobra-se desta questão, uma outra, também imprescindível a compreensão do problema: as consequências de uma sociedade acelerada e preocupada com a qualificação dos trabalhadores, como por exemplo, a depressão ? doença que deve ser diagnosticada e tratada o mais rápido possível para não ocorrer possíveis desastres. A depressão é causada principalmente pela imposição social direta ou indiretamente das pessoas serem melhores/qualificadas/especializadas para terem um status quo dentro do tecido social o que acaba trazendo consequências danosas a indivíduos que tentam se enquadrar neste padrão e não conseguem. Sendo assim, nas escolas deve-se abordar sobre a questão da depressão tão abordada na atualidade.
Mostra-se importante para a reversão deste cenário problemático, portanto, que haja uma autoregulamentação da mídia com o fito de contribuir para este ambiente caótico da sociedade. Em consonância com o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação deve-se instaurar nas escolas públicas palestras, ministradas por psicólogos e psiquiatras, que abordem sobre a questão da depressão com a finalidade de formar cidadãos pensantes,informativos,interventivos,críticos e conscientes.
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