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Demarcação de terras e impactos na cultura indígena

Com a chegada dos portugueses ao Brasil, os povos indígenas entraram em contato com o que viria a ser sua maior devastação até os dias atuais: o chamado "homem branco". Desde então, ainda se é encontrada uma enorme dificuldade na tarefa de preservação do maior patrimônio cultural brasileiro, que são os próprios nativos do Brasil. Em suma, boa parte desse problema ocorre por uma grande dificuldade em cumprir as demarcações e de uma luta incansável por terras para agricultura.


O processo de demarcação de terras indígenas passa por diversas etapas, das quais demandam muito tempo e muitas vezes não obtém sucesso. A Funai (Fundação Nacional do Índio) constantemente encontra problemas para demarcar as terras, devido às discussões e dificuldade no processo de averiguar a saída de quaisquer pessoas não indígenas das regiões a serem demarcadas.


Além disso, o Brasil é um dos países exportadores de matéria-prima mais importantes do mundo, o que torna sua demanda por produção constante. Devido a isso, muitos agricultores infringem os limites das áreas indígenas em busca de terras cultiváveis para expansão de negócios. Como resultado, têm-se disputas políticas e às vezes até conflitos armados por direitos territoriais, na busca de manter o pouco que ainda resta da cultura indígena.


Diante disso, é necessário medidas para amenizar os problemas na hora de garantir os processos de garantia de direitos dos índios como cidadãos. Portanto, o governo tem papel principal para regulamentar o território indígena para garantir a essa população o que é seu por direito. Deve também oferecer maior apoio a Funai, ajudando-a a cumprir seu papel no processo de demarcação das terras e, junto a isso, maiores políticas de preservação das mesmas, a fim de conscientizar a população para diminuir as intrusões e descumprimento das leis.


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