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Demarcação de terras e impactos na cultura indígena
Os conflitos contra os índios datam desde a época do Brasil Colônia. Embora já houvessem guerra entre essas tribos, elas foram desaparecendo ao longo dos anos após a colonização. Nos dias de hoje, no Brasil, a situação não mudou muito. Com o protagonismo do agronegócio, no país, a agricultura tem avançado sobre as terras dos autóctones. Além disso, a falta de proteção por parte do governo evidencia a urgência de se buscar medidas para garantir proteção às terras e à cultura dos índios.
É necessário considerar, antes de tudo, o problema dos conflitos entre o agronegócio e as tribos locais. O Brasil possuí uma forte agricultura de exportação e com caráter extensivo. Tal fato atrelado à falta de atuação, no campo, por parte dos agentes públicos de fiscalização faz com que os índios percam a sua terra por disputas em nome da produção e do lucro.
Outro aspecto importante a ser considerado está na importância da terra para a cultura. Pode-se constatar, por meio de obras literárias como "Os Sertões", de Euclídes da Cunha, a importância da região na formação do indivíduo e de seus costumes. Destruir os ambientes em que os índios vivem, de certa forma, é um atentando contra o seu modo de viver e a sua história.
Portanto, a fim de proteger os territórios indígenas, garantidos na Constituição Federal de 1988, é fundamental cobrar pela atuação do Estado. Deve-se, por meio da Fundação Nacional do Índio, designar antropólogos para o estudo e a demarcação das terras, bem como agentes públicos especializados para garantir a segurança dos índios e evitar os conflitos. Promovendo, com isso, não só a garantia de culturas diferentes, como, também, a preservação de ambientes ameaçados.
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