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Crise penitenciária no Brasil

1992 + 2017 = Mudanças necessárias
Na musica de rap "Diário de um detento", do grupo Racionais Mc's, relata a vida de opressão, abandono, super lotação, conflitos entre presos e falta de higiene vivida antes do massacre ocorrido no Carandiru em 1992. No entanto, atualmente esse relatos são comuns nas penitenciárias nacionais. Desse modo, é necessário rever a situação atual desses detentos, afim de minimizar os efeitos que são transferidos a sociedade.
Primeiramente, a falta de infraestrutura para sustentar os direitos básicos dificulta a reintegração do indivíduo. Sem duvida, que o abandono retratado pela reportagem do programa Profissão Reporte da Rede Globo, onde cidadãos que deveriam ser apenas privados da liberdade, segunda a constituição, são, também, exclusos de saúde, educação e cultura. Corroborando para uma visão Determinista do século XIX, que afirma que o homem é fruto do meio. Haja vista, se isso não combatido, por falta de capacitação ou oportunidade, ao final da pena o indivíduo voltará ao crime.
Ademais, a principal função do sistema prisional é a recuperação da pessoa a sociedade. No entanto esse sistema vem pecando nesse sentido, pois os números de reincidência criminal é aproximadamente de 25%, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2012, ou seja, um entre quatro ex-detento volta a cometer crime contra a população. Reiterando a ineficiência do sistema na solução desse problema.
Portanto, a maneira que os detentos são tratado fere a Constituição e os Direitos Humanos. O governo deve investir na extensão e qualidade das penitenciários para assegurar o devido tratamento, como solução paliativa. Além disso, projetos de capacitação profissionais oferecido por ONG's serão de suma importância. Ainda mais, professores e alunos universitários na área da saúde poderia ajudar aos cuidados médicos básicos. Assim, garantiríamos a reintegração e cuidados do detento a sociedade brasileira.
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