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Crise penitenciária no Brasil

No meio do caminho tinha uma pedra
A fragilidade do sistema carcerário brasileiro é uma das grandes problemáticas que lesam a sociedade, máxime no que se refere à superlotação das celas. À vista disso, vê-se a necessidade da discussão sobre o prisma das possíveis soluções para esse transtorno, salientando o investimento na ressocialização do detido.
As prisões têm duas finalidades: isolar os indivíduos que cometeram algum ato criminoso e, como objetivo principal, como instrumento do Estado, ressocializar e reinserir o cidadão na sociedade. O último serve para reduzir a taxa de reincidência no crime. Porém, como mostram os dados do Conselho Nacional da Justiça, o índice de reincidência é de 70%, portanto está claro que as cadeias não estão cumprindo o seu principal papel.
Além disso, a lentidão da justiça para dar uma sentença final fomenta, de acordo com o jornal Folha de São Paulo, o fato de que 34% dos presos sejam provisórios, devido às rigorosas leis brasileiras acerca do tráfico. Isso acarreta uma cada vez uma maior superpopulação nos presídios.
Dessarte, as informações revelam que o sistema carcerário do Brasil não cumpre seus objetivos. Portanto, é preciso que o Poder Executivo juntamente com o Ministério da Justiça elaborem e executem concursos públicos para vagas de juízes e, assim, acelerem os processos em andamento. Como também, o Governo Federal deve direcionar recursos de arrecadação de impostos para construção de locais de segurança máxima a fim de separar os criminosos de alta periculosidade dos menos perigosos. Ademais, programas para a formação escolar e profissional podem ser implantados com ajuda de ONGs que visem a ressocialização. Para que desse modo, tirando as pedras do caminho, construir-se-á um País mais justo
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