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Crise penitenciária no Brasil

São Luís, capital do estado do Maranhão, recebeu uma denúncia do Comité dos Direitos Humanos da América do Sul, no ano de 2016, ao serem constatados atos de canibalismo no presidio de Pedrinhas. Dessa maneira, infere-se que a superlotação e a má conduta entre presos agrave a crise nos cárceres de diversos estados brasileiros
No contexto ocupacional, é importante destacar a insuficiência de vagas nas prisões colidindo com o excesso de detentos. Tal problema ocorre, segundo o Forum Brasileiro de Segurança Publica, graças a processos jurídicos que são retardados (cerca de metade do contingente carcerário é mantido devido ao atraso) e o mau encarceramento. Dessa maneira, se cria um ambiente lotado e propenso à revoltas.
Além disso, a relação entre os presos, repleta de discussões, rixas entre facções abalam o sistema penitencial. Isso é ocasionado, segundo o sociólogo Michel Foucault, por que os detentos não possuem uma vigilância constante que molde o comportamento dos presidiários. Acerca disso, as unidades detentoras nos Estados Unidos possuem a estrutura do panóptico de Foucault, que geram uma sensação de observação constante. Com isso, a falta de contenção moral e física leva a má conduta.
Portanto, a crise no sistema penitenciário precisa ser combatida, evidentemente. Logo, a construção de prisões, resolução das atividades judiciarias pendentes e orientação às diretrizes dos direitos humanos redirecionaria o contexto de superlotação no país. Outrossim, a observação frequente e a motivação a boa moral por psicólogos. Com isso, o sistema carcerário brasileiro é contornado nas suas crises, desenvolvendo um meio pacífico.
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