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Crise penitenciária no Brasil

A condição desumana do sistema prisional brasileiro impede que os detentos tenham a chance de serem ressocializados. Ao mesmo tempo em que essa situação é agravada a quantidade de crimes no país cresce, visto que, logo libertos os ex-detentos retornam ao mundo do crime ainda mais violentos.
É evidente que o sistema prisional sofre com o descaso e o abandono dos órgãos públicos. Segundo o G1, 69,2% das unidades prisionais encontram-se superlotadas no país, a esperança dos detentos serem ressocializados diminui consideravelmente, pois, "O ser humano é fruto do meio". A frase de Freud ilustra perfeitamente o cenário atual, não se podem esperar mudanças onde não há espaço para as mesmas ocorrerem.
A realidade carcerária além de impedir a ressocialização tem impacto direto na sociedade brasileira. Uma vez que o ex-detento, por falta de oportunidade, preconceitos e outros problemas sofridos dentro da prisão, retorna ao crime. Aumentando assim o numero de ocorrências criminosas pelo país e fazendo os mesmos indivíduos voltarem às unidades prisionais.
Por fim, em decorrência das informações apresentadas, observa-se a necessidade de medidas para contornar o problema. É de fundamental importância que as superlotações de presídios sejam extintas. Para isso, o departamento penitenciário(DEPEN) junto ao governo federal devem investir em estrutura nas unidades prisionais, além de capacitar os detentos para o mercado de trabalho e oferecer caminhos para que sejam inseridos após a pena.
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