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Crise na Coreia
Nos últimos anos o perigo de uma guerra nuclear nunca foi tão grande e possível, mesmo na época onde houveram tensões com Irã por conta do seu programa no nuclear, mas nada mais do que isso, porém, um tempo depois um outro país surgiu como uma possível ameaça: a Coreia do Norte.
Quando Kim Jong Um, atual ditador da Coreia do Norte, assumiu o estado norte-coreano seu principal foco era a parte militar, mais principalmente em bombas de hidrogênio, semelhante a que foi jogada em Hiroshima, com a promessa de que iria lançar na sua ?irmã? Coreia do Sul, Japão e no seu principal inimigo os Estados Unidos. Durante um tempo, veículos jornalísticos que conseguiam informações sobre os testes de bombas, CNN e BBC por exemplo, diziam que as bombas não tinham potência o suficiente para chegar em território norte-americano, mas tudo mudou de figura quando em dois mil e dezessete, um míssil foi localizado atravessando o mar japonês.
Antes dos ataques, os países tentavam através da diplomacia que não era uma boa ideia resolver questões de revanchismo através de ataques nucleares, que a melhor alternativa seria conversar, mas após esses acontecimentos o presidente do americano Donald Trump, disse que caso a o ditador norte-coreano decidisse atacar, ele não hesitaria em atacar eles com força máxima. Após ter dito isso a tensão aumentou ainda mais, com um sentimento de que a qualquer momento um dos dois lados irá apertar o botão vermelho.
Portanto para que esse medo de uma guerra nuclear seja cada vez menor, os líderes dos países deveriam se unir e resolver isso da forma mais diplomática e pacifica, também lidar com o ego do presidente americano, tentando convencer ele de que o diálogo é a melhor opção.
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