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Crise hídrica no Brasil

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita na qual o corpo o social padroniza-se pela ausência de conflitos e defeitos. Conquanto, o que se observa na realidade contemporânea vai em oposição ao que o autor prega, uma vez que a crise hídrica brasileira revela uma barreira as prerrogativas do autor. Esse cenário é fruto de duas vertentes: é função do Governo promover a maximização temporal dos recursos hídricos, assim como o país é porta-voz de um fenômeno de escala global que assola os tempos modernos.


 


Precipuamente, é fulcral pontual que é encargo da regência brasileira proporcionar um maior período de utilização da água pela coletividade. Segundo Thomas Hobbes, é dever do Estado providenciar o bem-estar social e fornecer recursos ao corpo social e, assim sendo, encontrar alternativas os quais visam o ampliamento daquele patrimônio, como por exemplo, a rotatividade de abastecimento e suprimento de água são medidas necessárias. Nesse sentido, é válido dizer que os regimentos governamentais devem angariar o máximo do coletivo no que concerne os procedimentos de rodízios ou fornecimento de água, a fim de proteger as parcelas mais afligidas por essa prática social e, assim, evitar que a sociedade se fragmente em porções desiguais.


 


Além disso, faz-se mister pontuar que o Brasil é vitrine de um evento distribuído por todo globo terrestre. De acordo com o documentário “Explained”, produzido pela Netflix, no episódio: “A crise Global da Água”, é relatado como essa substância tornou-se um riqueza hodiernamente, tendo em vista que apenas uma ínfima parcela de 2,5% de toda substância se apresenta própria para consumo humano e, sendo assim, é plausível revelar que uma crise hídrica em uma comunidade afeta a relação do sujeito com aquele recurso natural, tal qual aconteceu na África do Sul em 2018, onde um severo regime obrigou toda parcela sul africana a reduzir o consumo exponencialmente para evitar o colapso da sociedade, consoante o documentário. Na vivência brasileira, o fenômeno de seca segue à risca as causas do país africano, demonstrando como a escassez de água engloba todo planeta.


 


Portanto, é notório que ainda há entraves que solucionem a problemática. Dessarte, urge que o Governo promulgue a campanha “Consciência Hídrica” e, por intermédio de rádio, televisão e internet, promova no cidadão o discernimento sobre a relevância de preservação em períodos de estiagem, com a finalidade de mitigar os anseios da população com essa temática. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, as questões hídricas em tempos remotos e o Brasil atingirá a utopia de More.


 

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