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Criptomoedas e impactos na economia

Tess Gerritsen, no seu livro "O Predador", afirma que, na atualidade, o homem não luta com lanças ou espadas, mas sim com o cartão de crédito. Ou seja, a economia ganhou destaque como forma de disputa no mundo inteiro. Dessa forma, é válido analisar as criptomoedas e seu impacto na economia como forma de desenvolvimento transacional e financeiro.
Nos primórdios da história, antes da criação da moeda, o comércio era realizado através da troca de mercadorias. Com o tempo, para facilitar as transações comerciais, iniciou-se o uso de formas de representação do valor monetário, como prata, ouro e sal, para intermediar as trocas. Dessa forma, percebe-se que as relações econômicas se desenvolvem junto com a evolução da humanidade.
De acordo com Jurgen Habermas, filósofo alemão, quando há um conflito ético devido a uma nova ideia ou invenção, devemos debater na esfera pública, com a participação dos cidadãos. Como a criação das criptomoedas é um fenômeno recente, a população necessita de esclarecimento sobre o uso e a segurança desta nova tecnologia.
Conclui-se, portanto, que o uso de criptomoedas está crescendo muito na atualidade, contribuindo para uma nova revolução econômica. Dessa forma, o governo, através do Ministério da Economia, deveria criar um projeto, em parceria com a mídia e influenciadores digitais, que chamaria "A nova economia". Seriam elaboradas campanhas informativas, com o objetivo de esclarecer a população sobre o tema, especialmente sobre as moedas virtuais. Já as empresas, deveriam favorecer o uso dessas moedas, assim como já ocorre em outros países. Dessa forma, o Brasil entraria na onda do desenvolvimento econômico, aprimorando sua influência mundial, ao ampliar o uso de criptomoedas às suas formas de negócios.

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