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Criptomoedas e impactos na economia

     Do escambo colonial, passando pelo metalismo mercantilista e chegando a bolsa de valores moderna, o ser humano sempre buscou por melhores formas de interação monetária para integrar-se em sociedade. Nesse sentido, as criptomoedas aludem a um novo desafio contemporâneo dessa visão econômica, uma vez que, devido sua novidade, ainda causa dúvidas para comunidade internacional. Desse modo, entender os impactos desse processo, notadamente, a descentralização do poder monetário e a maior seguridade cambial para população, torna-se necessário para legitimar mudanças.


       Primeiramente, urge compreender que a criptomoeda é uma forma de limitar poderes bancários e garantir um senso mais igualitário. De acordo com DIESSE(Departamento de Estudos Socioeconômicos), mesmo em uma crise intermitente desde 2016, a concentração monetária de bancos no Brasil continua ascendendo progressivamente. À vista disso, com a inserção de criptomoedas, a população poderia ter a opção de escolher outras formas de negociações dentro da comunidade, possibilitando uma maior flexibilidade e consequente diminuição de custos operacionais e burocráticos. Com efeito, o oligopolismo bancário teria que se reestruturar, entrando de fato na livre concorrência e melhorando a vida do coletivo nacional. 


        Além disso, a segurança dessas moedas digitais é uma virtude a ser valorizada. Isso é constatado na medida em que o processo de transação monetária é descentralizado de instituições tradicionais , de modo que diversos computadores pelo mundo validam essas operações. Dessa forma, fraudes e roubos virtuais acabam sendo quase impossíveis, visto que hackers não conseguiram saber os locais onde estão sendo processados as trocas financeiras, muito menos como roubar dados em larga escala sem ser descobertos. Com isso, o caos anômico de Emilie Durkheim seria minimizado, pelo menos no sentido econômico brasileiro.


      Portanto, medidas são fulcrais para desmistificar a logística acerca dessas moedas virtuais. Destarte, o Ministério da Educação deve incluir uma matéria específica de economia nas aulas do ensino médio. Isso deve ser feito mediante uma melhor distribuição de verbas entre estados e municípios, de modo que professores sejam contratados para guiar os jovens sobre o ensino econômico e as novas tecnologias de transações. Nesse viés, a população torna-se-à mais livre e ciente de melhorias estruturais, seguindo o rumo evolucionista dos séculos passados. 

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