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Criptomoedas e impactos na economia

Em meados de 2012, o "youtuber" brasileiro Daniel Fraga se tornou popular por suas ideias, sobretudo pelas aulas de investimento em croptomoedas. Hodiernamente, vê-se muito sobre elas, mas, em geral, são infomações sensacionalistas, que em nada explicitam seu impacto econômico. Portanto, deve-se analisar a influência dessas moedas na economia.


A princípio, convém mencionar a falta de padronização das moedas virtuais. No século XV, as trocas comerciais entre os navegantes eram conflituosas, pois se diferiam, comumente, os valores até no mesmo território. Analogamente, a variedade crescente desse dinheiro criptografado promove impasses econômicos, ao passo que ocorre a impressão e uso de uma quantia não prevista, já que, embora diversificadas, essas moedas não possuiam valor real, até então. Consequentemente, a inflação aumenta e, por conseguinte, a moeda oficial do país é desvalorizada, o que dificulta a vida da população mais pobre.


Outrossim, as criptomoedas têm a caracterísitca do anonimato, que fomenta um mercado clandestino. A mérito de exemplificação, a Bitcoin (BTC), moeda virtual pioneira, é a mais utilizada no mercado online ilegal, assim, a comercialização de drogas, pornografia infantil e armas de fogo se perpetuam. Ademais, com o benefício do anônimo, não só investigações policiais são prejudicadas, como também os infratores se mantêm impunes. Apesar disso, a BTC tem crescentes números de adeptos, segundo Rodrigo Batista , presidente do Mercado Bitcoin, em 2017 o número de usuários da plataforma subiu quase o triplo em relação ao ano anterior.


Em decorrência do elencado, mudanças são essenciais para conviver com essa nova realidade. Desse modo, cabe ao Ministério Público, em parceria com a Receita Federal, conceder bonificações, por exemplo: descontos em taxas fixas anuais, como a de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), aos usuários das criptomoedas que as declarassem no Imposto de Renda. Essa medida seria feita por meio de um site público para cadastro, a fim de que as autoridades tomem conhecimento sobre os proprietários das moedas, além de prever possíveis produções de dinheiro material, para que seja possível controlar a inflação. Dessa forma, afastar-se-á a contemporaneidade de problemas novos e persistentes, mas que remontam as navegações.

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