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Crimes cibernéticos no Brasil

                              No documentário “Privacidade Hackeada” (Netflix), detalha todo o caso de uso ilegal de dados dos usuários do Facebook nas eleições americanas de 2016 e em mais de 10 países, no qual o governo manipulava as informações a favor do candidato de interesse. Fora da televisão, a manipulação de dados para crimes cibernéticos é uma realidade no Brasil. Volvendo necessárias medidas para a manutenção individual de cada cidadão.
                              Em primeiro lugar, é importante destacar que em função das novas tecnologias, os usuários estão cada vez mais expostos a uma gama ilimitada de informação. Com isso, acabam sendo mais vulneráveis a divulgarem suas informações pessoais em sites de compras e relacionamentos, facilitando o acesso dessas bases para infratores desse tipo de crime. Segundo a associação SaferNet Brasil, em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF), contabilizou mais de 100.000 queixas de delitos virtuais, como pornografia infantil e violência contra mulheres.
                              Por conseguinte, presencia-se um forte fator de influência desses algoritmos na coletividade social: ao observar que desde o Estado Novo essas práticas ilícitas eram recorrentes. Sendo assim, Getúlio Vargas e seus apoiadores manipulavam a população através do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), e pode-se dizer que essas ações foram o crime cibernético da época. De acordo com o filósofo Zygmunt Bauman, vivencia-se um período de liberdade ilusória, já que o mundo globalizado não só possibilitou novas formas de interação com o conhecimento, mas também abriu portas para a manipulação e alienação semelhantes vistas em “1984”.   
                                 Fica notório, portanto, que medidas são necessárias para combater o impasse. Em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, diretores de órgãos públicos e privados devem mapear as regiões com o maior índice de crimes cibernéticos, que juntamente com os publicitários, criariam, por meio de um programa, uma campanha de conscientização e meios de prevenção para as pessoas não caírem em fraudes, visando à redução desses crimes, além de punir os transgressores de tal prática. Desse modo, tem-se uma sociedade mais segura e compartilhada de boas práticas.

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