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Crimes cibernéticos no Brasil

   Com a Revolução Técnico-Científico-Informacional, o uso da internet abrangeu quase todos os setores da economia e sociedade, como a transferência e armazenamento de dados. No entanto, promoveu a atuação de Hackers almejarem roubar e ou conturbar servidores da internet, principalmente no Brasil, em que ainda é iniciante na prática da defesa contra crimes cibernéticos. Nessa perspectiva, percebe-se a insipiência do setor de segurança informacional e o descuido das pessoas como fatores que agravam esse quadro.



   Em primeiro plano, é válido destacar a prática de mercado não introspectiva. Nesse sentido, com diversos ataques bem sucedidos nas redes, empresas não tendem a investir na segurança de forma efetiva, contratando o próprio hacker que identificou a falha no sistema, para melhorar o servidor; visão já aceita em outros países que tem trago resultados. Ao contrário disso, alegam estabilidade e calúnia, movidas pelo egocentrismo, na qual invasões, manipulações e roubos de dados se tornam facilitados pelo sistema retrógrado mantido errôneamente pelas empresas.



   Em segunda análise, convêm resaltar a falta de informação e cuidado dos internautas. Nesse contexto, com o desleixo ao navegar na internet, muitos abrem e baixam qualquer coisa em sites desconhecidos, não atualizam o antivírus, além de ignorarem a limpeza dos dispositivos. Em vista disso, acaba contribuindo para formar um ambiente hostil, em que a privacidade é acecível aos demais, sujeita a transações ilegais.



   Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para mitigar a problemática. Dessa maneira, é dever do setor privado mudar a prática de mercado, buscando contratos com hackers que identificarem problemas informacionais e aumentando o investimento na área, a fim de dar mais segurança aos usuários e precaver ataques. Além disso, cabe á mídia orientar as pessoas sobre prática de preservação contra crimes cibernéticos, com instruções em publicidades e programas no ''mainstream'', com intuito de torná-los o mais auto-suficiente possível. Desse modo, fazer com que revoluções tecnológicas sejam totalmente viabilizadas sem malefícios para a sociedade.

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