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Crimes cibernéticos no Brasil

      Na obra "Utopia",do escritor inglês Thomas More,é retratada uma sociedade perfeita,na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas.No entanto,o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega,uma vez que os crimes cibernéticos no Brasil apresentam barreiras,as quais dificultam a concretização dos planos de More.Nesse sentido,diante de uma realidade instável e temerária,que mescla conflitos nas esferas sociais e políticas,torna-se necessária uma severa análise da problemática.


     Precipuamente,é fulcral pontuar que,com o advento da Terceira Revolução Industrial,o avanço tecnológico propiciou a ultrapassagem de diversos obstáculos informacionais,tornando a comunicação cada vez mais veloz. Contudo,consoante ao diretor e escritor Jaak Bosmans,a globalização encurtou as distâncias métricas,aumentando as distâncias afetivas.Nesse sentido,a disponibilização de uma gama abrangente e plurificada de conteúdos facilitou a atuação dos transgressores virtuais,que utilizam os recursos tecnológicos,incialmente desenvolvidos para proporcionar o bem-estar social,como meio de corroborar com a criminalidade.


       Ademais,é imperativo ressaltar que o preocupante número de crimes virtuais deriva da baixa atuação dos setores governamentais,no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências.Devido à negligência das autoridades,segundo o levantamento feito pela SaferNet Brasil,em parceria com o Ministério Público Federal (MPF),o Brasil registra,diariamente, pelo menos 366 crimes cibernéticos em todo o país,dentre eles,a pornografia infantil, conteúdos de apologia e incitação à violência e crimes contra a vida e violência contra mulheres ou misoginia.Desse modo,faz-se mister a mudança da postura Estatal.


          Portanto,indubitavelmente,medidas são necessárias para resolver o impasse.É imperioso que o Estado,na posição de autoridade,através do Ministério da Justiça e Segurança Pública,elabore programas que permitam a identificação de sites e perfis falsos pelo usuário;além de propagandear campanhas de incentivo à denúncia de infratores virtuais,com o intuito de evitar possíveis desavenças e localizar os transgressores.Cabe ainda ao referente,juntamente ao Senado Federal,propor leis eficazes de penalização concreta dos criminosos cibernéticos,a fim de erradicar as "web facções". Dessarte,a questão supracitada poderia ser profligada.

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