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Crianças em situação de rua no Brasil
Em meados do século passado, o escritor austríaco Stefan Zweig mudou-se para o Brasil devido à perseguição nazista na Europa. Bem recebido e impressionado com o potencial da nova casa, Zweig escreveu um livro cujo título é até hoje repetido: "Brasil, país do futuro". Entretanto, quando se observa os empecilhos enfrentados pelas crianças de rua, percebe-se que a profecia não saiu do papel. Nesse sentido, é preciso entender suas verdadeiras causas para solucionar esse problema.
No entanto, o sociólogo Zygmunt Bauman defende, na obra "Modernidade Líquida", que o individualismo é uma das principais características e o maior conflito da pós-modernidade, e, consequentemente, parcela da população tende a ser incapaz de admitir contestações. No entanto, esse problema assume contornos específicos no país, onde, apesar do multiculturalismo, há quem exija do outro a mesma postura e seja intolerante àqueles que dela divergem. Nesse sentido, um caminho possível para combater as dificuldades enfrentadas para a legalização de armas é descontruir o principal problema da pós-modernidade: o individualismo.
A princípio, é possível perceber que essa circunstância se deve a questões políticas-públicas. Todavia, isso se deve ao fato de que, a partir da impunidade em relação a atos que manifestem discriminação da ciência, o seu combate é minimizado e subaproveitado, já que não há interferência para mudar tal situação. Dessa forma, a maior parte das crianças que passam por essa situação são de meninos, entre a faixa etária de 12 a 15 anos de idade. Outrossim, segundo o post no site da gazeta do povo mais de 23 milhões de jovens vivem nas grandes ruas do Brasil.
Diante do exposto, é dever fundamental do Estado, conforme dispõe o artigo 5º da Constituição Federal, assegurar a liberdade de credo a todos os cidadãos. Sob essa perspectiva, é necessária a efetivação da legislação já existente, por meio do cumprimento da pena pelos réus. Ademais, cabe aos Ministério da Educação e Judiciário, assegurar projetos nas instituições de ensino com praticidade, deliberando limitações em debates esclarecedores, por meio de depoimento de pessoas envolvidas com o tema, para que a sociedade, não seja complacente com a cultura de estereótipos difundidos socialmente. Ademais, cabe à mídia, exímia formadora de opinião, noticiar devidamente os ubíquos crimes de discriminação de credo, visando a mobilizar a população brasileira no sentido de, enfim, concretizar o princípio de laicidade do Estado.
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