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Coronavírus e emergência na saúde global

      Promulgada pela Organização das Nações Unidas(ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos à sáude de qualidade. Entretanto, o cenário atual se mostra ao contrário do que o esperado, uma vez que um virus, Covid-19, se espalhou, primeiramente, pela China e depois pelo Planeta Terra, causando um colapso na saúde global. Logo, a negligência por parte do governo e a forte mentalidade individualista dos empresários podem ser apontados como responsáveis pelo problema.


      Em primeiro lugar, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para resolver o impasse. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é o responsável por garatir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Visto isso, devido à falta de atuação das autoridades, comerciantes e mercadores passam a desreispeitar as exigências sanitárias, tornando o ambiente de comércio propício ao surgimento e proliferação de doenças. A exemplo disso, cita-se, o mercado de frutos do mar de Wuhan, na China, o qual foi ponto de partida para o contágio do Covid-19. Dessa forma, o importante direito à vida é ameaçado. 


      Em segundo lugar, convém abordar que a busca pelo lucro acima de tudo é um dos causadores da problemática. De acordo com o pensamento maxista, priorizar o bem pessoal em dentrimento do coletivo gera inúmeras dificuldades para a sociedade. Assim, empresários ao priorizar os lucros, colocam em risco a saúde dos seus funcionários e contribui para a proliferação do vírus, visto que seu contágio é facilitado em locais fechados e de aglomeração de pessoas. Desse modo, a união da sociedade é essencial para garantir o bem-estar coletivo e combater a pandemia global.


      Infer-se, portanto, que medidas sejam efetivadas para combater o infortúnio, Sendo assim, o Governo Federal, como instância máxima da administração executiva, deve atuar em favor da população, por meio da criação de leis que proíbam a atuação de comerciantes que infligem as exigências sanitárias, a fim de inibir o que novos virus se espalhem pelo mundo. Além disso, a sociedade, como conjunto de indivíduos que compartilham mesmo valores culturais e sociais, deve atuar em conjunto, por intermédio de boicotes e campanhas de mobilização, para que os empresários liberem os seus funcionarios nesse períodos de altos contágios, com o proposito de inibir a multiplicação dos virus.

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