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Cooperativismo como alternativa social

    Durkheim propõe em sua teoria sobre a Solidariedade Mecânica, uma sociedade em que os indivíduos compartilham as mesmas crenças e ideias, tornando suscetível a concretização dos objetivos. De maneira análoga, esse pensamento se aplica aos conceitos do cooperativismo, em que as pessoas defendem os mesmos ideais, tendo como um dos objetivos principais, beneficiar um número máximo de pessoas. Nesse sentido, vê-se a importância do cooperativismo na geração de empregos, contribuindo positivamente na economia, como também a contribuição com o desenvolvimento sustentável dos países.
    Em primeiro lugar, a introdução das cooperativas nos territórios nacionais contribui exponencialmente com a geração de empregos, promovendo, consequentemente, a melhoria de vida das populações, dada as circunstâncias na busca de obterem vantagens comuns em suas atividades econômicas, havendo a colaboração das pessoas ou grupo com os mesmos interesses. Logo, é evidente a ação econômica benéfica das cooperativas na sociedade, possibilitando não só o equilíbrio entre os adeptos, mas também o desenvolvimento dos Estados nacionais.
    Além disso, vê-se a ação desses grupos frente ao desenvolvimento sustentável das nações, política adotada pelas cooperativas buscando o bem-estar de todos, por meio da união das pessoas, em prol da sustentabilidade nas comunidades, sendo este efetivado por meio da reciclagem dos lixos, reaproveitamento da água, preservação das florestas, evitando queimadas e desmatamentos, garantindo às futuras gerações um mundo melhor. Sendo visto o impacto socioeconômico causado pelo cooperativismo na sociedade, foi reconhecido internacionalmente em 2012, pela ONU, isso mostra a relevância das cooperativas nas comunidades, devendo ser estimulada a sua introdução.
    Destarte, é notória a significância da incorporação dos grupos cooperativos nos países. Por isso, é necessário que a ONU, principal órgão responsável por manter às relações entre as nações, proponha aos países o incentivo a inclusão das cooperativas em seus territórios, por meio de incentivos fiscais ou financiamento estatal, propiciando, assim, a geração de empregos, facilitando o desenvolvimento sustentável da sociedade – haja vista a política de sustentabilidade utilizada por eles -, garantindo uma melhor qualidade de vida a todos e o avanço das nações.

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