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Cooperativismo como alternativa social

A página virtual "Razões para acreditar" fornece aos usuários um jornalismo positivo, em que são noticiadas ações de pessoas que, espontaneamente, beneficiaram ou ajudaram aqueles que estão em alguma situação delicada. Fora da internet, essa solidariedade ainda não alcança grandes proporções, ora pelo baixo número de cooperativas existentes, ora pelo descaso de muitos cidadãos no que se refere ao bem-estar de toda uma coletividade. Logo, essa conjuntura deve ser analisada a fim de minimizar tal problemática.


Primeiramente, é notório que, hodiernamente, a quantidade de instituições que que utilizam o cooperativismo é muito pequena, tendo em vista que o capitalismo, sistema financeiro vigente, induz ao lucro máximo e à dedicação rigorosa ao trabalho, sem "desperdício do tempo produtivo, o que ocasiona o reduzido número de medidas cooperativas para o bem comum e meio ambiente, como por exemplo, ações preventivas à saúde pública de uma comunidade propensa à riscos e redução da poluição atmosférica, respectivamente. Sob tal ótica, o sociólogo Max Weber, ao definir "ação social" como uma forma de afirmação de que o indivíduo precede a sociedade, ratifica a importância de ações de cunho social, as quais se voltam para toda a coletividade em que os indivíduos estão inseridos.


Ademais, é perceptível que grande parcela da população não é estimulada a realizar trabalhos voluntários ou participar de cooperativas, haja vista que há uma preponderância dos interesses particulares, em detrimento do coletivo. Dessa forma, o sociólogo polonês Zigmunt Bauman explica tal conjuntura através do que chamou de "mundo líquido", uma caracterização da vida moderna, em que existe uma liquidez dos valores nas relações interpessoais dos dias atuais, a qual gera um questionamento da ética e a consolidação da efemeridade dos eventos de uma vida tão dinâmica.


Portanto, medidas devem ser efetivadas a fim de mitigar tal panomara. Para isso, o Poder Legislativo deve criar leis que favoreçam a inserção de trabalho cooperativo nas instituições, por meio da isenção de alguns impostos e de projetos de conscientização, a fim de garantir um aumento no número de ações sociais que beneficiem toda a sociedade, como por exemplo, o reaproveitamento de produtos alimentícios não levados ao comércio e sua distribuição em comunidades, realizada pelos centros industriais. Além disso, o Ministério da Educação deve inserir no programa de aulas da educação básica aulas que estimulem os jovens ao cooperativismo, com o intuito de um bem social. Assim, gradativamente, noticias como as vinculadas na página "Razões para acreditar" serão comuns no cotidiano.


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