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Como o Brasil pode acabar com o Aedes Aegypti

    Promulgada pela Organização das Nações Unidas, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Conquanto, a existência do Aedes Aegypti impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, convém analisar a principal causa, consequência e possível medida para o problema.


    A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Porém, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na transmissão de vírus causados pelo mosquito. Segundo o jornal O Globo, 30% da população brasileira não cumpre com o seu papel de cuidar dos resíduos que garantem a ploriferação do mosquito. Isso, entretanto, mostra a insuficiência de leis para o incentivo ao combate de um dos principais causadores de doenças no Brasil.


    Por outro lado, vale salientar o Estado como o impulsionador do problema. De acordo com o Concelho Nacional de Saúde, duas a cada mil pessoas são vítimas de dengue no Brasil sendo que, uma a cada mil pessoas acaba morrendo por não resistir à afetação do vírus. Diante desse contexto, é inaceitável que o Estado não tenha prevenções para redimir esta calamidade.


    Portanto, o Governo Federal deve promover o debate sobre a importância da higienização de poços, quintais e principalmente caixas d'águas nas escolas de ensino básico, por meio de curso de capacitação dos professores com exposição de leis, causa e consequência. Espera-se, com isso, ampliar a educação acerca do nosso patrimônio natural bem como diminuir a incidêcia da reprodução contínua do Aedes Aegypti no Brasil a médio e logo prazo.


 

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