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Como o Brasil pode acabar com o Aedes Aegypti

O aedes aegypti é uma espécie de mosquito originária do Egito, na África que vem se espalhando e transmitindo doenças letais para a espécie humana desde o século XVI, por meio de navios que traficavam escravos.


As fases da vida do mosquito são resumidas em: ovo, larva, pupa (fase aquática) e a fase adulta, em que este chega a forma alada. Os machos são inofensivos aos seres humanos e apenas se alimentam de néctar e da seiva das árvores. No entanto, as fêmeas precisam de sangue para manter energia necessária para a produção de seus ovos e essas, têm preferência pelo sangue humano. Quando a fêmea pica uma pessoa, ela inocula


partículas virais, caso esteja infectada com determinados vírus. 


Todavia, uma vez infectada com algum vírus, a fêmea jamais deixará de transmiti-lo e é exatamente uma das grandes entraves, já que seus ovos são reproduzidos rapidamente e em grande quantidade. Também preferem climas quentes e úmidos e seu ambiente de reprodução é em água limpa e parada. Para a obtenção da ideia de grandes infortúnios, têm se o fato de que até  uma simples tampa de garrafa pet já pode servir de criadouro para as larvas.


As doenças causadas por esse mosquito letal são: febre amarela, chikungunya, dengue, zika e descobertas recentes apontam até para a febre do mayaro.


Entre as febres altas, dores no movimentar ou atrás dos olhos, dores de cabeça, complicações na pele, mal estar, fadiga, fraqueza, dores musculares e nas articulações (no caso da chikungunya pode comprometer a qualidade de vida por anos), o aedes aegypti além de transmitir todas essas infermidades, ele pode ocasionar até mesmo a morte.


A transmissão dessas adversidades é uma epidemia cíclica, ocorrendo de tempo em tempo, o que faz com que determinados fatores atuem perpetuando a propagação do mosquito. Entre eles estão os fatores sociais, já que a sociedade se descuida em relação ao lixo e deixam água parada em pneus, vasos de flores e possíveis criadouros  descuidados que causam a reprodução das larvas, fatores políticios e econômicos, porque há inúmeros cortes orçamentários para a prevenção destes, e fatores ambientais, pois o desmatamento está ligado também a migração desses mosquitos, já que ocorre o aumento da temperatura e perda do habitat de animais, porque o mosquito que obtinha seu alimento na floresta, encontra uma solução para sua alimentação nas cidades próximas a essas devastações.


Parafraseando Ermírio de Moraes, que diz "teoria não é solução para os problemas sociais do Brasil. O que precisa fazer é arregaçar as mangas, melhorar a administração das verbas e aplicá-las diretamente onde a questão é mais urgente", é possível notar que os métodos de combate ao mosquito aedes não têm sido tão eficazes.


Torna-se urgentemente necessário à aplicação de verbas disponibilizadas pela receita federal junto ao MS (Ministério da Saúde) no investimento de mosquitos trangênicos, que é uma iniciativa no Brasil, mas já aplicada em outros países, da empresa Oxitec em que mosquitos são geneticamente modificados chamados de OX513A.


Esses mosquitos possuem em seu gene um dna sintético, reproduzido em laboratório que atrapalha o processo de fabricação de nutrientes dentro da célula e outro retirado do dna de uma água viva, que gera fluorescência para a identifiação de qual larva é selvagem e qual é transgênica.


Após os processos de reprodução dos mosquitos, os agentes de saúde levam esses mosquitos ao ar livre e esses competem com machos selvagens para o acasalamento com as fêmeas, vencendo essa competição eles passam uma herança genética "maldita" aos seus filhos que os impedem de chegar a sua fase adulta.


Em Piracicaba, no bairro Cecap foram feito testes e foi verificado a diminuição de 80% no número de larvas, pois foram criados armadilhas nos bairros e com a fluorescência, foi possível notar. Antes desses testes, chegavam nos postos de saúde até cento e trinta e três casos, depois deles, foram diminuídos para sete.


Como o aedes é uma éspecie invasora e nenhum animal se alimenta propriadamente deles, não haverá total desequilíbrio ecológico e na cadeia alimentar.


Com esses procedimentos, a população de mosquitos diminuirá drasticamente e somente assim o Brasil se tornará um país livre desse mosquito mortal.


 

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