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Como o Brasil pode acabar com o Aedes Aegypti
A ciência é a melhor solução.

Os casos de dengue, zika e chycungunya continuam a acontecer. Mesmo com toda a conscientização, mobilização social e vigilância epidemiológica, epidemias transmitidas pelo vetor Aedes aegypti ainda ocorrem em boa parte do país. Segundo a OMS(Organização Mundial de Saúde), foram identificados no ano de 2017, 113.381 casos de dengue até a segunda metade do mês de abril. Os únicos métodos realmente eficazes estão na engenharia genética, biotecnologia e engenharia química. Ou seja, a ciência como um todo é uma arma que fará diferença nesse combate.
Os mosquitos geneticamente modificados consistem em machos que possuem um gene letal, que ao acasalarem com a fêmea, o gene é transmitido para a prole, e esta não se desenvolverá, diminuindo em grandes parcelas a população dos vetores. A empresa britânica Oxitec começou a produzir os chamados "Aedes do bem" em 2015 e já obteve resultado em Piracicaba, região de São Paulo. Segundo o site G1, os mosquitos transgênicos reduziram em 81% a população de Aedes no bairro paulista. Portanto, a utilização desse método poderá auxiliar no combate do mosquito em escala nacional.
Devido a esses resultados, a utilização de métodos governamentais de mobilização social acabam se tornando obsoletos, visto que o Aedes pode ser combatido sem nenhuma participação popular. Porém, a população ainda pode se precaver usando utensílios também fornecidos com base científica. Biodetergentes,por exemplo, são larvicidas ecológicos, feitos do bagaço da cana-de-açúcar, que podem ser polvilhados em qualquer área com água parada presente, desse maneira ele impede o desenvolvimento das larvas do mosquito. Segundo pesquisadores da USP Lorena, 1000 miligramas do biodetergente são necessários para matar 100% das larvas. Logo, a sociedade poderá se prevenir com os larvicidas enquanto a população de mosquitos naturalmente decresce devido aos transgênicos.
Em suma, a ciência é a única arma realmente eficaz para o combate de epidemias. O Estado deve atuar em conjunto com empresas privadas para a proliferação de mosquitos transgênicos para a diminuição e real finalização do Aedes aegypti no Brasil. Com a eliminação dos vetores, doenças como a febre amarela, dengue e zika terão uma redução evidente até cessarem permanentemente.


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