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Como o Brasil pode acabar com o Aedes Aegypti
É incontrovertível que o Brasil, historicamente , é vítima do mosquito Aedes Aegypti e das mazelas que ele traz consigo. Nessa perspectiva, evidencia-se a resistência que o vetor de doenças como dengue, zika, chikungunya, febre amarela e febre do mayaro, apresenta diante das tentativas mal sucedidas brasileiras de eliminar os seus riscos.Isso posto, são causas da derrota das vexatórias investidas contra o mosquito, a negligência do Estado, que insiste em culpar a população por seus males e da ambição capitalista das indústrias farmacêuticas, manifestada nos poucos investimentos em medicamentos e vacinas que , apesar do potencial de salvar muitas vidas, seriam pouco lucrativos.
É necessário pontuar, primeiramente, que o Poder Público é negligente para com a sociedade, no que tange os entraves, por ela enfrentados,em relação à saúde, haja vista que diversas propagandas absurdas na mídia, por parte do Governo Federal, ditam, nas entrelinhas, que se a comunidade estiver perdendo a batalha contra a dengue(doença transmitida por vírus que infecta o Aedes), foram as pessoas que permitiram, deixando água parada e demais descuidos.Isso porque é muito mais fácil procurar um culpado pelo problema, do que tomar as medidas necessárias para resolvê-lo. Ademais, essa postura não é recente na história do Brasil: na primeira vez que o Aegypti infectou cidadãos brasileiros, com a febre amarela, no século XVII, foi necessário que houvesse mais de uma epidemia e muitas mortes para que o Estado agisse e tomasse providências.Esse comportamento revoltante, esbarra na teoria de Milton Santos, célebre geógrafo brasileiro, da globalização perversa, segundo a qual, o miserável será sempre culpado pela sua miséria.
Paralelamente a essa conjuntura, é de suma importância observar que as vacinas e medicamentos disponíveis para o combate das arboviroses -doenças causadas por agentes etiológicos ligadas ao mosquito Aedes-, são pouco eficazes, uma vez que em relatos da Agência Nacional de Vigilância sanitária(ANVISA), as vacinas atuais não protegem as vítimas de todos os tipos de vírus, deixando ,dessa forma, muitas vidas em perigo. Outrossim, as doenças causadas pelo Aedes Aegypt são mais comuns em países tropicais, que em maioria são subdesenvolvidos, tornando pouco lucrativo o investimento em pesquisas e em novos remédios, segundo pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde(OMS), apenas 4% de novos remédios são produzidos para patologias em países subdesenvolvidos. Em vista disso, fica clara a consonância com a Teoria marxiana de que o capitalismo é pilar das motivações humanas.
Torna-se indubitável, portanto, que o Aedes Aegypti e suas mazelas, precisam ser superados.É imperioso, que o Estado, na figura da Organização da Mundial da Saúde em Parceria com o Ministério da Fazenda, invista financeiramente na indústria farmacêutica brasileira, utilizando subsídios arrecadados pela Receita Federal, a fim de proteger e imunizar população das arboviroses. Some-se a isso que o Poder público, utilizando os mesmos subsídios, gere mais empregos para profissionais que serão responsáveis por minimizar as condições favoráveis de proliferação de mosquitos infectados nas residências dos cidadãos brasileiros.Destarte, teremos um Brasil mais saudável, um futuro otimista e finalmente venceremos a batalha contra o Aedes Aegypti.
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