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Como o Brasil pode acabar com o Aedes Aegypti

Sócrates certa vez disse, que se alguém procura a saúde, deve-se primeiro perguntá-lo se está disposto a evitar no futuro as causas da doença, caso contrário, era certo abster-se de ajudá-lo. A dengue, evidência de uma espécie que migrou para o Brasil no século XV, durante o fluxo de navios negreiros entre a África e o Brasil, demonstra hoje ser um caso epidêmico para a saúde pública, gerando perdas populacionais e financeiras ao país. Assim, debater medidas que solucionem esse mal na sociedade brasileira, é de extrema importância.
Em princípio, torna-se necessário estabelecer que um dos maiores empecilhos para o combate à dengue no Brasil, é o pensamento perpetuado na sociedade de que cabe somente ao poder público buscar soluções para esse problema. De tal forma, há uma supervalorização de métodos que envolvem alteração de DNA do Aedes Aegypti ? mosquito responsável pela transmissão da dengue, febre amarela, dentre outras mutações ?, ou vacinas. Ambos os métodos, apesar de funcionais, não garantem total erradicação do mosquito, que tomou lugar de praga na sociedade atual, necessitando um empenho geral para sua erradicação.
Logo, torna-se evidente que apesar da efetividade das soluções complexas, a melhor forma de combate aos mosquitos da dengue e suas doenças virais, ainda são os métodos tradicionais, divulgados constantemente em meios midiáticos. Além disso, o fato do Brasil atual, ser muito mais urbano do que rural, da força a essa teoria, e demonstra que o importante para o combate a esses casos, ainda é o pensamento coletivo. Assim, evitar deixar água parada, lixo nas ruas ou recipientes que possam acumular águas destampados, apesar de soarem como soluções clichês, ainda tem um enorme valor para o combate da doença.
Em síntese, apesar da existência de métodos científicos e tecnológicos para combate da dengue, a luta contra esse vírus ainda deve ser uma colaboração de governo, ciência e sociedade. Assim, é importante que o governo não estabeleça burocracias no processo de produção de vacinas dentre outros métodos, deixando o trabalho de supervisão para os órgãos como a ANVISA (Agência Nacional de Segurança Sanitária). Da mesma forma, a sociedade deve ter a consciência e fazer sua parte, para evitar a proliferação de mosquitos da dengue, seguindo todos os métodos recomendados. Além disso, a escola pode e deve ajudar, estabelecendo essa consciência na sociedade desde suas raízes, a infância, por meio de palestras e dinâmicas. A mídia pode e deve auxiliar ao combate, conscientizando a população por meio de reportagens e campanhas publicitárias, informando métodos preventivos à proliferação dos mosquitos.
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