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Como o Brasil pode acabar com o Aedes Aegypti
Os diversos problemas sociais brasileiros, advindos de sociedades sem bases administrativas acertadas, como a proliferação de mosquitos Aedes Aegypti e de suas patologias, são crescentes no país. Tal conjuntura agrava-se, ainda mais, em virtude de dois aspectos: as ações estatais que visam apenas a erradicação das doenças provindas desse mosquito e o descaso para com as pesquisas científicas.
De fato, os mosquitos são seres importantes para a manutenção da biodiversidade e do equilíbrio ecológico no planeta. No entanto, pelo fato de os seres humanos perturbarem esse equilíbrio da natureza, seja com a existência de lixões a céu aberto, seja com a parca disponibilidade de rede de tratamento de esgotos, percebemos que há uma drástica redução dos sistemas naturais de amortizar doenças e um elevado aumento de riscos de epidemias, como, por exemplo, a de dengue. Á vista disso, as ações estatais que objetivam apenas tratar as pessoas infectadas por patologias oriundas do mosquito Aedes Aegypti não apresentam bons resultados, pois, segundo o Ministério da Saúde, a manutenção das condições precárias de saneamento básico e a irregularidade da coleta e tratamento do lixo impedem a redução dos índices de infestação, logo impossibilitam, também, a erradicação das doenças.
Ademais, a prevalência de uma cultura de menosprezo pela sociedade científica têm perpetuado esse revés. Isto porque uma das principais formas de combater as doenças no século XXI é por meio de vacinas e antibióticos, os quais são criados por cientistas. Todavia, em razão de o Brasil não dispor de uma política de investimentos adequados para o subsídio de pesquisas científicas, não há vacinas que protejam a população contra o Zika vírus e da Chikungunya. Somado a isso, contamos com uma sociedade que desacredita nas conquistas científicas, duvidando da eficácia dos medicamentos e até mesmo restringindo-se de tomar vacinas. Assim, a permanência de vários vírus danosos a saúde humana tem sido a causa de morte de milhares de brasileiros em virtude de uma questão cultural.
Logo, medidas públicas são necessárias para alterar esse cenário. É fundamental, portanto, a criação de redes de tratamento de lixo e esgoto, pelo Governo Federal, visando eliminar do meio ambiente todo tipo de espaço que possibilite o sucesso dos mosquitos, por meio de maiores investimentos nos projetos municipais. Ademais, é vital que tanto a sociedade como o Governo Federal, passem a respeitar e apoiar os cientistas brasileiros, aqueles por meio do auxílio moral e da divulgação dos seus trabalhos nas mídias e esses através do apoio financeiro, com o fito de fortalecer esse grupo e aumentar a sua colaboração para com a sociedade civil.
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