use o cupom aprovado21 e ganhe + 21% de desconto extra 21% OFF

Como o Brasil pode acabar com o Aedes Aegypti

O crescimento acelerado e desorganizado das cidades europeias da idade média, somado à ausência de saneamento básico, contribuiu para a rápida disseminação de doenças na época, como a Peste Negra, que dizimou cerca de um terço do contingente populacional europeu em meados do século XIV. Comparando-se os eventos que ocorreram na supracitada época com os que têm ocorrido hoje no país, constata-se que, em virtude de razões imitantes, as patologias concatenadas ao aedes aegypti têm sido disseminadas com muita facilidade no contexto atual.
De forma mais elucidativa, a problemática se instala através da rápida multiplicação da espécie de mosquito que é vetor de várias doenças de natureza tropical, como a dengue e a febre amarela. Nesse âmbito, o que preocupa é o grande número de infecções virais que ocorrem através da picada do supracitado ser. Além do mais, vários já foram os casos em que os infectados foram à óbito em virtude do avanço das patologias contraídas. Sabe-se que entre o início deste ano e a metade do mês de fevereiro já foram registrados 19 mortes por Zika, Dengue ou chikungunya, de acordo com o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde.
Portanto, é preciso avaliar como é que se dá a resiliência do problema na conjuntura urbana. Nesse sentido, pode-se afirmar que a adversidade advém de diversos precedentes, estando entre eles a falta de planejamento ambiental tangente ao desenvolvimento urbano, que hoje é notavelmente desorganizado, o que acaba gerando condições insalubres e favoráveis ao desenvolvimento das larvas. Além disso, cabe ressaltar que o desleixo populacional, ligado a costumes contraproducentes enraizados, torna quase inviável o emprego dos meios paliativos, como a ida dos carros fumacê e a dos agentes de saúde aos bairros. Portanto, do sobredito resulta que existe uma problemática à vista de todos e que medidas eficazes para a resolução dela se fazem necessárias.
Portanto, é importante que o Ministério da Saúde forneça subsídios às emissoras de tv para que estas, em parceria com aquele, desenvolvam e exponham conteúdos educativos diversificados que falem sobre atividades e rotinas de caráter preventivo contra o desenvolvimento das larvas do aedes aegypti. Por outro lado, como irregularidades no desenvolvimento urbano constituem agravantes, é imperioso ao menos que o Governo Federal, através do apoio do Ministério do Meio Ambiente, impulsione e providencie o uso da coleta seletiva, pois, dessa forma, parte dos materiais capazes de acumular água da chuva, como pneus e latinhas de alumínio, poderão ser reciclados, evitando que o problema avance ainda mais.
Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!