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Como o Brasil pode acabar com o Aedes Aegypti

Aedes Aegypti (AA), o mosquito vetor de doenças virais como febre amarela, dengue e zika, ocorre principalmente em locais de clima tropical, ou seja, Brasil, África e alguns países da América Central. Na atualidade essa pandemia tomou conto do território brasileiro, logo, se vê necessária a intervenção dos órgãos de saúde para controlar esses casos.

O inseto originário da África, especificamente do Egito, chegou ao Brasil ainda no período colonial. Com a busca excessiva de escravos no território africano, e sem o estudo da área para saber sobre os males que rondavam tal, os lusitanos acabaram introduzindo o AA no Brasil. Ademais, o mosquito foi erradicado no século 17 com o uso de inseticidas poucos anos depois após sua introdução. Mas, segundo pesquisas do Instituto
Oswaldo Cruz, no início do século 20 a doença reemergiu e voltou a causar problemas no território, justamente pelo uso de inseticidas causarem seleção natural na espécie.

Com isso, estudos foram iniciados para desenvolver vacinas específicas, principalmente para a febre amarela, que era a principal virulência transmitida pelo mosquito. A febre amarela é a única doença transmitida pelo vetor atualmente que possuí vacina, eventualmente, as outras viroses por possuírem muitas variedades da doença, dificultam a confecção de vacinas que sejam eficientes para erradicação destas.

Sendo assim, medidas devem ser tomadas para resolução dos impasses causados. O Ministério da Saúde (MS) deveria elaborar novas campanhas de prevenção, não deixando o artrópode ser negligenciado, assim sendo, haverá um aumento na conscientização dos indivíduos e isso irá deixá-los mais ligados e dando a devida importância a tais precauções. A posteriori, os membros constituintes do MS deveriam desenvolver cartilhas educativas com dicas para erradicar os focos de reprodução e também aumentar a produção e disponibilização de vacinas para a febre amarela.
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