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Como o Brasil pode acabar com o Aedes Aegypti
Em primeiro lugar, a sociologia de Émile Durkheim enfatiza as patologias nas sociedades contemporâneas. De acordo com tal teoria, existe uma força coercitiva capaz de agir sobre os agentes sociais. Nessa perspectiva, com a participação do Estado e das instituições sociais se torna possível o combate e a erradicação do mosquito Aedes aegypti.
A saber, as crises políticas, econômicas e sociais que assolam o Brasil são fatores condicionantes para o aumento do número de casos de dengue, chikungunya, zika e febre amarela, que são as principais mazelas transmitida pelo mosquito. A justificativa desse quadro embasa na interação anômica das instituições modernas, ou seja, o Estado e os grupos sociais. Sob tal ótica, as dificuldades enfrentadas para combater o mosquito colocam em primeiro plano o estado doentio vivido por toda a população, seja pela negligência dos órgãos governamentais, que são responsáveis pelo amparo e seguridade social, ou pela própria família, escolas e o público geral.
Pesquisas realizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam a necessidade de abordar o mosquito transmissor como uma enfermidade social, na qual deve ser diagnosticada e tratada de forma adequada. Além disso, Durkheim considera a sociedade como um organismo vivo social, de tal forma que o bom funcionamento do todo dependa da integração das partes. Nesse sentido, o Estado no papel de mentor, deve estar em consonância com os membros sociais.
Torna-se evidente, portanto, que as relações sociais são fundamentais para o entendimento e erradicação do mosquito Aedes aegypti. Como forma de garantir isso, cabe ao Ministério da Saúde e Educação incrementar nas escolas e canais de comunicação assuntos relacionados ao combate a essa patologia social, difundindo entre a população a importância da prevenção, além dos aspectos negativos. Como exemplo, cita-se não deixar água limpa e parada em pneus, vasos, garrafas, além de combater diretamente o foco do mosquito transmissor, bem como, usar repelentes. Ademais, a sociedade deve utilizar a tecnologia em prol da conscientização e mobilização nas redes sociais. Esta, possivelmente, seria uma das abordagens feita por Durkheim na contemporaneidade.
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