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Como o Brasil pode acabar com o Aedes Aegypti

O Aedes Aegypti, mosquito transmissor de doenças como chikungunya, dengue, febre amarela e zica, é um dos principais problemas discutidos nas diversas áreas da saúde no Brasil, uma vez que além de provocar febre, mal-estar ou cansaço, o mosquito vincula-se à disseminação de casos de microcefalia em recém-nascidos. Nesse sentido, essas enfermidades trazem sérios riscos, muitas vezes fatais, para a saúde dos brasileiros, entretanto, o individualismo da sociedade junto à falta de engajamento político para ações preventivas dificultam a redução da epidemia.
Em primeiro lugar, o individualismo da população impede a melhoria do bem-estar coletivo, pois a maioria não se importa com as consequências até contrair alguma das doenças causadas pelo mosquito. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2017, o Brasil registrou 113.381 casos suspeitos de dengue, 43.010 de chikungunya e 7.911 de zika. Isso se deve ao fato de que pequenas atitudes não estão sendo tomadas pelos cidadãos, como encher de areia os pratos dos vasos de planta, evitar água parada e tampar depósitos de água limpa. Diante disso, o hábito de não impedir a reprodução do Aedes Aegypti fará com que haja o aumento de casos.
Embora os casos das doenças transmitidas pelo mosquito tenham caído para 89% em 2017, conforme dados do Ministério da Saúde, não pode haver redução de ações preventivas por parte do Estado, como campanhas e mobilizações, uma vez que o surto de febre amarela no país teve uma expansão. Além disso, é notório que o Governo tem o papel de transformar diversas questões sociopolíticas, como a saúde, porém, a função de eliminar o inseto transmissor não cabe somente ao Poder Público. Sendo assim, a presença participativa da população e dos Governantes contra o mosquito é de extrema importância para erradicar o problema.
Medidas são, portanto, necessárias para sanar as enfermidades causadas pelo Aedes Aegypti no Brasil. Logo, a população deve evitar o acúmulo de água parada, guardar as garrafas sempre viradas para baixo, denunciar aos ficais sanitários lugares infectados pelo mosquito e fazer o uso da vacina contra a febre amarela, com o intuito de exercer a função de agente de uma mudança social. Ademais, o Governo Federal em parceria com a mídia de televisão, deve promover campanhas de conscientização ao público e investir na distribuição de vacinas aos postos de saúde, além da prefeitura se mobilizar com ações de combate ao mosquito. Desse forma, será possível reduzir os casos de doenças causadas pelo inseto e chegar a uma sociedade menos individualista.
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