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Como o Brasil pode acabar com o Aedes Aegypti

Um passado que remonta há aproximadamente 350 anos de tráfico negreiro, trazem inúmeros prejuízos aos cidadãos dessa nação e uma delas foi a vinda do Aedes Aegypti para o Brasil. Esse que já foi o vetor de diversas doenças virais, como por exemplo a epidemia de dengue, chikungunya e zika vírus ocorrida no Brasil no final de 2015 e o surto de febre amarela ao longo de todo o primeiro semestre de 2017. É crucial destacar que, na maioria das vezes, esses casos poderiam ter sido evitados com o combate ao inseto ao longo do tempo, impedindo assim outro ápice dessas doenças com apenas medidas profiláticas.
Em primeiro lugar, é importante ressaltar que este mosquito foi erradicado duas vezes da nossa nação, entretanto nos dias atuais parece ser uma "missão impossível" tal feito. Os problemas urbanos junto com uma população omissa e um governo sem uma miníma preocupação com o social, fazem um pequeno animal ser um dos maiores problemas para a saúde brasileira. Segundo dados do IBGE na última pesquisa em 2016 os casos de dengue superaram o valor de um milhão e quinhentos mil sendo um valor absurdamente maior se for comparado com 2006 que teve apenas duzentos e sessenta mil.
Apesar de todos esses valores e desafios, o combate ao Aedes Aegypti é bastante simples e as tecnologias estão sendo utilizadas ao nosso favor, para que no futuro ele deixe de ser o protagonista das epidemias do país. Atitudes como fechar a caixa de água, não acumular água limpa em recipientes, verificar se as calhas das casas estão sujas e tantas outras ajudam muito o seu dia-a-dia e possivelmente o do seu vizinho. Com o incentivo a pesquisas nesses últimos anos foram desenvolvidos alguns projetos que estão em fase de testes, existe por exemplo o mosquito transgênico e a bactéria do "bem" ambos em fase de testes e com resultados super promissores.
Fica claro, portanto, a necessidade de haver uma união entre o governo, sociedade e a mídia. O ministério da saúde com a responsabilidade de incentivar mais pesquisas e disponibilizando verbas para as prefeituras, que seriam utilizadas com a fiscalização das casas por agentes de saúde e campanhas nas cidades. A população vistoriando suas residências diariamente, e a mídia divulgando medidas preventivas, assim irá diminuir cada vez mais a incidência dessas patologias.
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