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Como o Brasil pode acabar com o Aedes Aegypti
Em 1978, a Organização mundial da Saúde (OMS) considerou extinta a varíola, uma das doença mais mortais do século XX, depois de ampla campanha de vacinação e prevenção. Assim, torna-se evidente que medidas profiláticas são preponderantes no mundo hodierno. Nesse sentido, é notória a necessidade de combater o mosquito Aedes Eegypt, cujas doenças, como a dengue, e a febre amarela, causam graves danos à saúde e bem estar dos Brasileiros.
Segundo o Filosófo Peter Singer, em seu livro "Ética No Mundo Real", a saúde é um direito humano indisponível, ou seja, do qual não se pode abrir mão. Dessa forma, apesar da retórica neoliberal de que a solução dos problemas sociais encontra-se na iniciativa privada, é dever do estado prover soluções, pois não deve ser o bem público subjugado pela deformidade ética privada, que procura o lucro e o não o bem coletivo. Assim, é evidente que a ação Estatal é necessária, como revela o sucesso do caso mundial da varíola, e a dificuldade que países africanos para eliminar suas epidemias, como o caso do Ebola, no Congo.
Ademais, segundo estatísticas do instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a ações conjuntas entre sociedade e Estado possibilitaram a queda dos casos de dengue em 90 %. No entanto, ainda que expressiva, a diminuição é insuficiente, posto que as doenças causadas pelos mosquito ainda geram grande sofrimento humano, e, em segundo caso, grande prejuízo à nação. A OMS assevera que a cada dólar investido em prevenção, três são economizados em remédios, logística, e dispêndios públicos que a as doenças causadas alocam.
Torna-se evidente, portanto , que ações coordenadas e conjuntas devem ser implementadas. Nesse sentido, Cabe ao Estado o planejamento central do combate ao Aedes Eegypt, distribuindo recursos para os estados da federação na proporção dos casos encontrados, e fomentando pesquisas científicas sobre precaução e geográficas sobre impactos. Além disso, deve a sociedade civil se mobilizar, buscando implantar as medidas profiláticas (reduzindo água parada, por exemplo), e denunciando negligências públicas, por meio de entidades organizadas do terceiro setor. Por fim, segundo o ideal de Nelson Mandela de que a educação é a mais poderosa arma de mudança, deve a escola difundir a conscientização da prevenção em conjunto com a família, através de campanhas escolares abertas a todos, visando a conscientização como maior forma de erradicar a doença.
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