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Combate ao preconceito linguístico no Brasil

A intolerância, e o ódio, são marcas dessa sociedade atual, em que se faz presente os "estigmas sociais", sob a perspectiva de Jean Jacques Rosseau "A natureza faz o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável". Nesse contexto, cada região brasileira tem sua peculiaridade, tanto cultural, quanto linguística. Assim, o respeito deve-se fazer sempre presente.

A diversidade cultural, é a marca registrada do Brasil, um país rico em miscigenações, mas ainda sim, o preconceito linguístico ainda persiste. Dados da (Fipe) Instituto de pesquisas econômicas revela 99,3% atinge o ambiente escolar, sendo maior ainda, com os nordestinos, se ampliando no âmbito do trabalho, jornalismo, e na internet. Fica evidente também, que há uma xenofobia por parte dos sulistas para com os nordestinos por serem "A parte mais desenvolvida do Brasil" e colonizados por Europeus, o famoso "Eurocentrismo".

Outrossim, o caso de maior repercussão nacional, foi da jornalista Renata Alves, na sua rede social pelo seu sotaque sergipano. Isso é um grave problema social, gerando exclusão e violência, e a internet virou um "território sem lei" para pessoas ignorantes e preconceituosas, que usam essa ferramenta para praticá-la indiscriminadamente.

Portanto, parafraseando Franz Kafka "A única coisa que temos de respeitar, porque ela nos une, é a língua". É preciso sempre uma compreensão de que nenhuma língua é mais errada ou certa, mais feia ou mais bonita, toda e qualquer cultura tem sua beleza particular. É importante incluir matérias interdisciplinares de valorização linguística, e efetivação das penas sobre crimes cibernéticos, afim de diminuir essas ocorrências e ajudar essas pessoas.

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