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Combate ao preconceito linguístico no Brasil

Há mais de trezentos anos houve a chegada do europeu ao Brasil que, por conseguinte, tornou-se colônia de Portugal que durante séculos influenciou na cultura tupiniquim. A língua é a identidade dinâmica de um determinado grupo que varia de acordo com a época e a região, entretanto, por conta dessa miscigenação e diferentes maneiras de se expressar, ocorre uma discriminação linguística que deve ser extinguida.
Com o avanço do Brasil colônia, formaram-se três bases culturais: o tupi, o europeu e o africano. Devido à essa hibridez que permanece presente na sociedade contemporânea, a língua, infelizmente, tornou-se um fator excludente. Basta alguns erros gramaticais para instaurar-se uma segregação social, em que pessoas de regiões relativamente mais pobres são inferiorizadas por não falarem o português culto e prestigioso e sim uma linguagem coloquial que se aproxima do tupi.
Outrossim, após a Semana da Arte Moderna, autores como Carlos Drummond de Andrade fizeram com que a literatura abordasse uma linguagem mais popular. Em virtude disso, o eurocentrismo na língua foi deixado de lado de maneira que a identidade e a cultura local fosse valorizada.
Diante dos fatos supracitados, fica evidente, portanto, a necessidade de uma tomada de medidas que combata o preconceito linguístico. Contudo, é preciso que escolas em parceria com o Ministério da Educação além de ensinar o português formal, atentem-se para o ensino das variedades linguísticas a fim de reprimir o preconceito, uma vez que a diversidade da língua e da cultura torna-se importante na educação. Cabe, também, ao Estado em paralelo a ONG?s utilizarem recursos midiáticos por meio de propagandas em prol de promover a tolerância e o conhecimento da variedade de línguas e códigos. Dessa forma, será possível combater o preconceito linguístico de maneira eficiente.
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