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Celibato clerical
A Igreja Católica comandou muitas sociedades desde o seu surgimento. No Brasil, ela perdeu o apoio do Estado somente após a Constituição Federal de 1891 que retirou o apoio a qualquer religião. Na atualidade, o poder da Igreja Católica ainda é considerável, principalmente as exigências que ela ordena para uma pessoa ser considerada clero. Assim, medidas são necessárias para resolver a questão.
Segundo o ativista Martin Luther King: "Toda hora é hora de fazer o que é certo" . Entretanto, em oposição à célebre frase de King, o celibato clerical não faz o que é correto, impondo muitas pessoas a tomarem decisões que não querem para respeitar uma ordem. Assim, muitos padres que desejam permanecer na vida religiosa e se casar, são obrigados a deixarem seu título de clero ao se casar, comprova-se isso com a pesquisa do Movimento Nacional das Famílias dos Padres Casados, que registra a cada quatro padres brasileiros, um deixa seu estado clerical para se casar, comprovando as exigências impostas pela Igreja Católica.
No entanto, o problema encontra dificuldades para ser resolvido. A dura resistência dos Papas em continuar com o celibato clerical é um fator que impede a resolução da problemática. Ademais, a falta de manifestações por parte dos próprios padres que não concordam com esse regime, é outro fator que impede essa imposição de chegar ao fim.
Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. Dessa forma, o Papa deve, por meio de uma consulta aos membros da Igreja, estabelecer uma votação para escolher entre o celibato clerical obrigatório ou o opcional, sendo que o opcional permita a continuidade com o título de clero. Além disso, padres que não concordam com o celibato clerical devem se organizar e fazer manifestações contra o celibato clerical obrigatório, caso o papa não concorde em mudá-lo a fim de terminar com esse regime obrigatório.
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