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Capacitismo no Brasil

  Na obra "Brás Cubas", a personagem Eugênia sofre desprezo do protagonista com a passagem "Porque coxa, se bonita?", o qual é a personificação da sociedade brasileira do século XIX. Analogamente a realidade, os portadores de diferentes tipos de limitações físicas ou cognitivas sofrem com o capacitismo. Diante disso, tanto a inclusão social como o fim da discriminação são necessários para dirimir esse obstáculo social.


  Em primeira análise, a inclusão social é imprescindível para uma sociedade justa. Nesse análise, a eugenia, termo criado pelo francês Francis Galton, a qual sustenta o ideia de existir um "modelo ideal" de humano excluindo aqueles que não se encaixassem nesse padrão, entre esses os deficientes. Esse viés segregacionista foi justificativa para vários massacres e dominações ao longo da história da humanidade. Dessa forma, a inclusão social e amparo social é um dos meios para por um fim em alguns pensamentos preconceituosos que ainda permeiam a sociedade, reflexo, ainda, da política etnocêntrica. Dessa maneira, é indubitável medidas para por em ação ao processo de inclusão.


   Por conseguinte, o fim da discriminação, socialmente difícil, mas necessário para a luta anticapacitista. Sob essa ótica, o filósofo e economista inglês Jonh Locke metaforizava o homem nascia como uma folha em branco, ou seja, isento de preconceitos. Nesse sentido, a discriminação é ensinada, e por isso, pode ser combatida através da educação. É possível, desse modo, acabar com a discriminação, infelizmente, ainda latente na nação verde-amarela. Por isso, é válido ações para auxiliar nesse fim. 


  Infere-se, portanto, no exposto que o capacitismo é uma grande mazela da sociedade brasileira e deve ser findada.Para isso, o Governo Federal deve incentivar o ingresso das pessoas com deficiência nos espaços públicos tornando obrigatório a adequação dos espaços para o acesso. Como também, é imperioso que Ministério da Cidadania deve promover palestras - nas plataformas oficiais - para conscientizar a população do quão prejudicial é a discriminação tanto para o individual como para a sociedade. Assim, o "Brás" elitista terá fim e o Brasil será definitivamente um país para todos. 

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