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Capacitismo no Brasil

   Durante o período da segunda guerra mundial, o regime nazista alemão foi responsável por inúmeros assassinatos em campos de concentração, onde dirigiam as pessoas julgadas inferiores pelo regime facista, dentre elas, destacavam-se os deficientes, os quais eram vistos como improdutivos para a sociedade Germânica. Nesse sentido, nos dias atuais, nota-se, ainda, a permanência do preconceito com os portadores de alguma deficiência, de modo a serem vistos como incapazes de realizar atividades cotidianas e se comunicar sozinhos. Com isso, percebe-se o desconhecimento acerca das deficiencias e o sentimento de superioridade da população não portadora como impulsionadores do capacitismo.


   Dessarte, é fulcral pontuar que a falta de informação da sociedade acerca dos indivíduos deficientes contribui para a segregação e o preconceito na sociedade atual. Nesse sentido, vale destacar o pensamento do filósofo alemão Émile Durkheim, em que a sociedade pune aqueles que são diferentes do padrão. Dessa forma, como a população deficiente apresenta-se como minoria, seus interesses e participação na sociedade são defasados, dando espaço a comentários indevidos e atos preconceituosos, de modo a prejudicar não só a vida social, mas também a profissional do portador, visto que a sociedade enxerga a população deficiente como incapazes ou inferiores em relação ao padrão.


   Por conseguinte, em função da ausência de informação, nota-se sentimento de superioridade sobre os deficientes na sociedade atual. Dessa forma, a estudante "Luísa Pitanga", em uma entrevista à "Fundação telefonica vivo",  define o capacitismo como uma ideia de incapaz, a sociedade subestima as capacidades físicas e intelectuais dos portadores de algum tipo de deficiência. Com isso, nota-se, ainda, o pensamento retrógrado de superioridade na sociedade atual, de modo a segregar a população e impedir a inclusão dos deficientes nos ambientes de trabalho e de lazer, contribuindo ainda mais com a ideia de capacitismo.


   Portanto, é mister que o Estado tome providências para superar o impasse. Com isso, urge que o "Ministério da Educação", por meio das secretarias de educação, inclua o estudo sobre os indivíduos portadores de deficiência na grade curricular, apresentando o cotidiano e as capacidades do indivíduo, a fim de gerar a inclusão e impedir que a população deficiente continue sendo vista como inferiores na sociedade atual.

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