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Caminhos para combater a transfobia no Brasil

Em um mundo cada vez mais líquido, preconceitos tem se mantido sólidos e perdurado séculos a fio. Questões vinculadas à sexualidade ainda são tabu em nossa sociedade, fazendo com que, em pleno século XXI, pessoas sejam prejudicadas por suas escolhas de foro íntimo, o que evidência a grande imaturidade vigente na sociedade.
Sabe-se que pertencer ao grupo LGBT ainda é um desafio no Brasil, o preconceito é ?modus operandi? da sociedade, que despreza o ?diferente?. Corroborando a afirmativa, segundo a ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) cerca de 90% das pessoas expulsas de casa por fatores de gênero acabam sendo obrigadas a se servir da prostituição como seu único meio de sobrevivência, visto que há no mercado de trabalho formal grande repulsão por pessoas que fogem aos padrões sócio normativos.
Concomitantemente, ao impedir minorias de lograr êxito, a sociedade está impedindo a si mesma de progredir rumo a um futuro promissor. Conforme pesquisa efetuado pela UNESP, travestis e transexuais têm metade da expectativa de vida em comparação com o resto da população, o que evidência o preconceito como fator genocida e vivamente presente no cotidiano, o que põe a ideologia liberal pela qual o ocidente tanto se orgulha à pique.
Urge, portanto, medidas que visem eliminar o desrespeito apregoado pela sociedade para os que expressam diferenças. Destarte, o Poder Legislativo deve, por meio de leis, agravar penas de crimes cometidos contra a comunidade LGBT, assim como já é feito em relação às mulheres. Ademais, o Ministério da Educação, junto com as secretarias estaduais e municipais de educação, devém promover campanhas de educação sexual, distribuindo pelas escolas cartilhas e fazendo palestras sobre o assunto, procurando sempre mostrar que é imprescindível o respeito a todas minorias e diferenças.
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