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Brasil e as tensões geopolíticas no Oriente Médio

  Historicamente, a diplomacia brasileira destacou-se por acordos econômico e politicamente viáveis para toda a nação, e dentre os grandes entusiastas da diplomacia brasileira tem-se nomes como Castelo Branco e o ex-presidente Getúlio Vargas. No entanto, o atual cenário geopolítico global pode sofrer mudanças drásticas, exclusivamente pelo ataque dos Estados Unidos ao Irã, culminando na morte do general Soleimani, uma das figuras mais importantes do país. Nesse contexto, é importante ressaltar a aliança diplomática entre o Brasil e os EUA, e as possíveis consequências para este primeiro, seja pela dificuldade em estabelecer novos tratados econômicos, seja pelo possível envolvimento numa terceira guerra mundial. 


  Nesse sentido, o primeiro ponto a ser analisado é a dificuldade em estabelecer novos tratados econômicos, especialmente porque o Irã está dentre uma das maiores potências detentoras das reservas de petróleo mundial. Desse modo, o fato do Brasil posicionar-se como uma aliado dos norte-americanos frente ao conflito, pode acarretar uma retração econômica interna, pois a potência antagônica tem uma expressiva influência regional e muitos parceiros comerciais que seriam convenientes à economia brasileira. Por fim, o produto final é a uma possível retração econômica interna e estagnação econômica do país, inclusive pela falta de mercados. Nesse caso, um bom exemplo é a crise de 2008 que atingiu diversos setores da sociedade. 


  Por outro lado, é importante ressaltar o possível envolvimente numa Terceira Guerra Mundial, mas que nesse caso pode não se tratar exclusivamente de um conflito bélico. Seguindo esse raciocínio, é possível fazer uma analogia ao "Bloqueio Continental" decretado pelo imperador Napoleão Bonaparte durante o século XVIII,  segundo o qual o rei de Portugal deveria retornar à Lisboa, ou estaria impedido de negociar com quaisquer países da Europa. Nesse caso, o país persa pode promover um feito tão signficativo como tal, implicando um recuo brasileiro no cenário global. 


  Dado o exposto, medidas dever ser tomadas para resolver o impasse. Por isso, a sociedade civil deverá se manifestar por meio de passeatas e das redes sociais, a fim de pressionar o Governo para uma possível manutenção das relações exteriores e o afastamento dos EUA, sem descartar tratados de paz, a fim de preservar a harmonia interna e externa. Ademais, o Ministério de Relações Exteriores será responsável por buscar mecanismos eficientes para manter acordos diplomáticos e acelerar as trocas comerciais de modo a promover o progresso nacional. Por fim, o país manteria o status privilegiado na diplomacia contemporânea, recebendo a herança histórica dos grandes patronos brasileiros. 

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