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Banalização de cirurgias plásticas nas redes sociais

                                    Banalização de procedimentos estéticos na Internet


  No cenário da Grécia antiga, a criação das Olimpíadas ajudou a formar um padrão estético de beleza no qual os corpos magros e musculosos dos participantes se tornaram uma referência de perfeição até a atualidade. Além disso, com a ajuda das redes sociais, esse enganoso perfeito foi se tornando cada vez mais possível, com o surgimento e avanço de cirurgias plásticas. Consequentemente, a normalidade que se tornou alterar o corpo, não só gera inseguranças para aqueles com um corpo "não ideal", mas também traz o perigo de cirurgias que podem ser mal sucedidas, colocando a vida do paciente em risco. Desse modo, verifica-se a importância de se acabar com a banalização desses procedimentos. 


  É relevante abordar, primeiramente, que com essas operações estéticas sendo normalizadas, como por exemplo em plataformas como o Instagram, doenças mentais acabam se tornando comuns na população brasileira. Somando a isso, Thomas Hobbes disse que o homem é o lobo do próprio homem; isso se vê em usuários da Internet que julgam e apontam o que eles consideram um defeito no corpo de alguém, sendo muitas vezes um mecanismo para acabar com suas próprias inseguranças. Diante disso, muitos buscam ajuda de cirurgias para se "consertar", o que por sua vez gera pressão para que outros sigam o exemplo, já que isso acaba se tornando trivial e popular. Portanto, esse ciclo de insegurança gerar insegurança, deve acabar.


  Não se pode esquecer que cirurgias plásticas não são simplestemente adquiridas como produtos de um supermercado, ainda que muitos perfis de clínicas passem essa impressão; elas podem trazer perigo à saúde. De acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, o Brasil é um dos países que mais realiza cirurgias plásticas no mundo. Diante disso, verifica-se a banalização dessas operações, o que é preocupante, já que a maioria delas envolve anestesia geral, um procedimento que traz grande risco à vida do paciente. Dessa maneira, a popularidade e normalidade que essas cirurgias vem ganhando no século XXI devem ser impedidas.


  Com essas constatações, verifica-se que a banalização de operações plásticas na Internet surge da insegurança de muitos, mas também a causa, assim como leva risco à saúde dos pacientes. Portanto, para que a normalização dessas cirurgias acabe, junto com a insegurança e perigo que elas causam, é necessário que aplicativos, como Instagram e TikTok, por meio de divulgações em suas plataformas, incentivem a denúnica de perfis que vendem esses procedimentos estéticos, assim como, de usuários que espalham negatividade por suas plataformas, para que assim a comunidade dessas redes se sinta a vontade com sua aparência, sem pressão para ter um corpo de um grego olímpico.


 


 

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