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Automedicação

Segundo as ideias de Maquiavel, não há nada mais difícil ou perigoso do que tomar a frente na introdução de uma mudança. Visto isso, é possível mencionar que ela é essencial para o desenvolvimento da sociedade. Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito á saúde e ao bem-estar social. Conquanto, o problema da automedicação impossibilita que parte da população desfrute desse direito universal na prática. Nos tempos de hoje, tal avidez tem perdido seu espaço no meio social, vítima de uma falta de incentivo por parte dos setores responsáveis por criá-la e do próprio mercado, que desestimula um hábito crucial na vida da população. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para o bem de uma sociedade que se encontra fragilizada.

Em primeiro lugar, é importante salientar que a automedicação é um dos maus hábitos mais difundidos no mundo. Trata-se de uma prática corriqueira e de alto risco. Como em qualquer setor de mercado, os consumidores de remédios se julgam aptos decidir qual produto adquirir. No entanto, os danos da ingestão inadequada de medicamentos, podem ser graves e até fatais. Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto de Ciência e Tecnologia de Qualidade (ICTQ), a automedicação é praticada por 76,4% dos brasileiros. Além disso, 32% dos brasileiros que se automedicam costumam aumentar a dose do remédio por conta própria, sem orientação do médico ou do farmacêutico. Diante do exposto, isso é subjetivo e a sociedade não pode aceitar negligência do Estado e do poder público diante desse aspecto.

Em segundo lugar, outro aspecto fundamental que não pode ser esquecido nessa análise é que a automedicação quando utilizada dentro de certos limites, ela é um fenômeno desejável. No entanto, tem como função complementar a todo sistema de saúde. Com isso, a maioria das doenças que afetam a população é autolimitada, não requerendo mais do que o alívio dos sintomas. Mas, infelizmente, de acordo com os dados citados, a grande maioria das pessoas ainda se automedica. Entretanto, o Sistema Único de Saúde (SUS), ncessita de uma explosão da demanda motivada por casos vitrais. O desafio diante das autoridades é encontrar o ponto ótimo na regulação que não onere demais os sistemas com consultas desnecessárias e nem estimule voos muito arriscados na automedicação. Para generalizar esse problema, é necessário a realização de diversas medidas , não só de investimentos mas também uma iniciativa do governo e dos locais que atendem esses casos. Pois de acordo com Confúcio, não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros.

Interfere-se, portanto, que ainda há etraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor para a sociedade que se encontra carente nessas questões sociais. Portanto, compete ao governo promover esse assunto ás instituições de ensino para que elas possam cada vez mais com o apoio de educadores, realizar debates e promover diálogos relacionados a este aspecto. Essa ação deve ser feita por meio de divulgação nas mídias alertando sobre a importância de dar uma atenção maior para esses assuntos, uma vez que a população deve prevenir ao uso da automedicação, com o objetivo de não corer um risco em sua saúde. Também devem ser realizados paramêtros que auxiliem na hora da venda dos medicamentos, alertando aos farmacêuticos sobre como será feito o uso deste pela pessoa. Pois, de acordo com Zygmunt Bauman, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é característica da ´´modernidade líquida´´ vivida no século XXI.
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