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Aumento da emigração de brasileiros

  Durante o governo de D. Pedro II, o Brasil se tornou o destino de milhares de imigrantes europeus, os quais vinham em busca de oportunidades de trabalho nas lavouras de café. Contudo, embora o Brasil já tenha sido visto como um país de oportunidades, hodiernamente a defasagem na oferta de emprego atrelada à denominada “fuga de cérebros” inverte o cenário visto no 2° Reinado e causa um aumento preocupante de emigrantes brasileiros. Assim, analisar o fenômeno é importante para contorná-lo.


    Nesse meandro, a dificuldade para se encaixar no mercado de trabalho contribui para a emigração brasileira em massa. Outrossim, em virtude da crise econômica persistente desde 2014, os variados setores laborais brasileiros são induzidos a cortar despesas por meio da demissão de boa parte de seus funcionários, os quais passam a enfrentar  dificuldades para encontrar uma nova ocupação em razão da baixa demanda. Dessa maneira, tais brasileiros passam a ver na emigração a oportunidade de emprego que não encontram em sua terra natal.


    À vista disso, a desvalorização e a falta de recursos faz com que a “fuga de cérebros” endosse as taxas de emigração no Brasil. Igualmente, a escassez de investimentos nas universidades, que são os principais pólos de desenvolvimentos científico do país, atrelada ao pouco reconhecimento que a categoria científica recebe no país faz com que tais profissionais se vejam incapacitados de prosseguir com suas pesquisas buscando a emigração como solução. Tal fenômeno é chamado de “fuga de cérebros” e se configura não apenas como um embargo emigratório, mas também econômico visto que sem tais profissionais o Brasil avança com dificuldade no âmbito técnico- científico.


    Mediante o elencado, é mister a tomada de medidas para atenuar o impasse. Para tanto é necessário que o Ministério da Educação efetue, via concurso público, a contratação de analistas de sistemas para que criem e coordenem um site com dados sobre o desempenho dos alunos do ensino superior brasileiro, enviados pela própria coordenação das universidades do país. Tudo isso, a fim de que os 3 melhores alunos de cada curso, por estado, sejam contemplados, pelo próprio MEC, com uma bolsa de iniciação científica e, também para que empresas dos diversos setores tenham contato com tal ranking, assim facilitando a contratação de profissionais qualificados, diminuindo o desemprego e tornando o Brasil um país de oportunidades tal como foi no século XIX.

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