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Aumento da emigração de brasileiros

Para o sociólogo francês Émile Drukheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e as condições de que depende. Nesse viés, o brasileiro que emigra para outro lugar tem noção de que está inserido em um país que sua economia está retardada e que não gera empregos para seus habitantes. Por conseguinte, ocorre a saída e a perda de profissionais brasileiros que estão qualificados para exercer suas devidas profissões e, com isso, o Brasil tende a ficar na crise. Nesse sentido, convém serem analisadas as causas, consequências e as possíveis soluções para este problema.


Inicialmente, dentre as causas da emigração dos brasileiras está a falta de emprego e a baixa qualidade de vida. Em virtude da atual crise econômica, o país carece de aplicação de capital em obras, como as que foram feitas pelo ex-presidente do Brasil Juscelino Kubitschek. Tais investimentos dele, propostos no seu Plano de Metas, como a criação de Brasília, empregaram milhões de brasileiros e, também, melhoraram a qualidade dos habitantes que participaram dessa construção, uma vez que tinham dinheiro para comprar o que precisassem, não dando, pois, motivos para que saíssem do país. Desse modo, o atual contexto em que a população brasileira está inserida, distante do vivido no governo de Juscelino, apresenta justificações suficientes para ocorrer uma "fuga" da população.


Por consequência de tais imbróglios vistos anteriormente, o Brasil está perdendo, com cada vez mais frequência, mestres e doutores excepcionalmente capacitados para atuar em suas devidas áreas. Isso é notável na pesquisa realizada pela Receita Federal, a qual explicita que o número de profissionais formados que saem do país em busca de emprego aumentou, da quantidade que foi antes de 2013, em 5%, para essa mesma parcela até os dias de hoje. Com isso, o governo está perdendo trabalhadores adequados para coordenar e realizar investimentos que, além de que gerariam emprego, também fazeriam com que o país saísse da má fase. Portanto, os únicos beneficiados com essa emigração são os países que acolhem esses profissionais.


Em virtude dos fatos anteriormente mencionados, é mister que soluções plausíveis sejam empregadas para tirar o Brasil desse contexto que faz com que seus habitantes saiam do país em busca de uma vida melhor. Para isso, o Governo Federal deve planejar e realizar a ação de investir em obras públicas, como as que foram feitas no governo Juscelino, por intermédio do dinheiro de empréstimos concebidos por outros países, que serão quitados futuramente com o lucro obtido, com o objetivo que haja mais empregos para os profissionais formados, assim como os não formados. Ademais, é necessário que o  Ministério da Educação incite a população a não sair do país, por meio de campanhas em meios de comunicação, como a televisão ou nas redes sociais, para que os brasileiros invistam e ganhem lucro em seu própio lugar, investimentos como clínicas, para o caso de um médico formado, por exemplo. Desse modo, não haverá motivos para a emigração dos brasileiros.

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