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As queimadas e a preservação do meio-ambiente

         No livro " A Rosa do Povo" do escritor Carlos Drummond de Andrade, nota-se uma flor rompendo o asfalto, o que traz a ideia de que o improvável pode ser alcançado. Ao comparar essa metáfora com a falta de preservação ambiental no Brasil, percebe-se que o problema também apresenta estrutura rígida, o que remete a ideia de uma baixa perspectiva de ruptura. Diante disso, é imprescindível analisar essa questão.
         Inicialmente, compreende-se que o poder público se mostra ineficiente ao não promover, de forma efetiva, a preservação ambiental. Isso porque, ao não criarem leis mais rigorosas para a coerção e punição dos agentes poluidores, o Estado acaba criando um sentimento de inconsequência na população, o que corrobora para a manutenção da popuição ambiental. Dessa forma, fica evidente a ruptura do contrato social teorizado pelo filósofo John Locke, pois o governo não tem assegurado o bem-estar de todos os cidadãos. 
         Além disso, enfatiza-se que aceitar a falta de preservação ambiental é banalizar o mal. Todavia, parte da população tem demonstrado certa apatia quando se trata de aderir as causas preservacionistas, não enxergando a preservação como fator primordial para assegurar a qualidade de vida das futuras gerações. A banalização desse problema pode ser explicado a partir dos estudos da filósofa Hannah Arendt, já que em virtude de um processo de massificação social, as pessoas estão perdendo a capacidade de discenir o certo do errado.
         Convém, portanto, ressaltar que a falta de preservação ambiental deve ser superada. Logo é necessário exigir do Estado, mediante debates em audiêcias públicas, a criação de leis que visem coagir e punir a conduta dos agentes popuidores, para que o meio ambiente se mantenha integro para as futuras gerações. Ademais é importante informar a população, por meio de campanhas midiáticas produzidas por organizações não governamentais, sobre a importância de não se adotar uma postura resignada frente a essa problemática, para que a qualidade de vida seja assegurada de forma inalienável. Assim, a baixa perspectiva de ruptura poderá ficar restrita ao livro "A Rosa do Povo"

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