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As queimadas e a preservação do meio-ambiente

  A série televisiva "Aruanas", do escritor Marcos Nisti, exibida pelo Globoplay, narra a história de três amigas líderes de uma Organização Não Governamental (ONG), que lutam pela preservação da floresta amazônica. Na narrativa, é investigado os mistérios de uma mineradora que, por tirar altas quantidades de recursos naturais, acaba com as virtudes do lugar. Fora da ficção, tal conjuntura se reflete no Brasil hodierno, haja vista a exacerbada retirada de materiais sustentáveis do meio ambiente. Logo, para reverter o quadro atual, faz-se impreterível analisar as causas sociais e empresariais  a fim de mitigar a problemática em território nacional.

 

  Em primeiro lugar, vale ressaltar que majoritariamente parte da população contribui para a degradação da natureza, pois é perceptível que grande parcela da sociedade corroba tal fato. Acerca disso, com a chegada dos portugueses no Brasil, em 1500, a extração do pau-brasil foi a primeira atividade feita nas terras nacionais, entretanto, essa exploração foi tão intensa que a árvore quase foi extinta naquela época. Sob esse prisma, na contemporaneidade, os indivíduos colaboram para que essas catástrofes aconteçam frequentemente, causando, assim, consequências mais graves à natureza, por exemplo: as queimadas, que com o aumento do desmatamento lidera uma lamentável perda do ecossistema. Por conseguinte, ao analisar um cidadão que ao descartar uma embalagem de plástico ao rio, se não for recolhida, poderá levar centenas de anos para se decompor, favorecendo para a degradação ambiental.

 

  Ademais, muitas empresas focam apenas no lucro negligenciando as consequentes causas de suas ações, porque com a retirada dos recursos ambientais, elas deturpam o cenário florestal e abastecem, cada vez mais, o mercado econômico em detrimento de interesses lucrativos. Dessa maneira, essas práticas afetam negativamente o meio ambiente, destruindo a flora e gerando perda da fauna brasileira, pois incêndios florestais são gerados, muitas vezes, pelos altos índices de desmatamento e pela inesgotável escassez desses recursos do meio natural. Em sua canção do exílio, o célebre poeta Gonçalves Dias, exalta seu amor pela pátria amada e revela a saudade que tem de sua terra natal: o Brasil, "Em cismar, sozinho, à noite, mais prazer encontro eu lá, minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá", no entanto, isso não se evidencia no contemporâneo devido à destituição florestal da fauna nacional. Consoante o filósofo Hans Jonas, o mundo precisa ser sustentável porque deve-se pensar nas futuras gerações. 

 

  Portanto, diante dos aspectos conflitantes relativos às queimadas e à preservação do meio ambiente no Brasil, cabe ao Ministério da Educação em parceria com as ONG's de cada estado brasileiro, alertarem a população em geral acerca da temática. Isso deve ocorrer através de campanhas públicas, esclarecendo a importância da conservação e da proteção do meio ambiente, com o fito de descentralizar o conhecimento educacional e ambiental de cada cidadão. Paralelamente, o Ministério do Meio Ambiente deve, por intermédio de relatórios semestrais, fiscalizar as empresas que infrigirem as normas legislativas, podendo atenuar o desequilíbrio ambiental e com a finalidade de haver menos incêndios e desmatamentos florestais. Feito isso, a realidade distanciar-se-á da ficção e não será presenciada.

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