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As queimadas e a preservação do meio-ambiente

   Segundo Mauro Leonel, professor da USP, os índios praticavam as queimadas no território brasileiro de forma controlado e sem prejudicar a natureza, porém, com a chegada dos europeus, essa prática se tornou incontrolável e devastadora. Semelhantemente aos colonos, no Brasil de hoje, o uso do fogo indiscriminado é, infelizmente, o maior inimigo do meio ambiente.  


   Em primeiro lugar, a queimação exagerada na floresta é utilizada como uma "limpeza" rápida e de baixo custo. Segundo o WWF-Brasil mais de 30% dos focos de incêndios, na Amazônia, foram em áreas desmatadas em 2018 para criar pastos e fazer plantações. Dessa forma, comprova-se que as chamas são à ferramenta perfeita, já que retiram os restos não utilizados da fauna de forma rápida e sem a necessidade de gastar com uma grande mão de obra. 


   Ademais, toda essa imoralidade da ação antrópica, torna as queimadas indiscriminadas a maior vilã do meio ambiente. De acordo com a Revista Superinteressante, os focos de queimadas, na Floresta Amazônica, distribuiu mais poluição do que São Paulo em 70 anos, dados de 2010. Dessa forma, é óbvio que a ação do homem está devastando à  natureza, em vez de preservá-la. 


   Portanto, é preciso, urgentemente, procurar soluções para à problemática. Antes de tudo, os poderes Executivo, legislativo e Judiciário, com ajuda do INPE, devem marcar locais que não devem ser desmatados e queimados para a tal "limpeza". Para isso, necessitam criar leis rígidas para multar todos que desrespeitarem esses lugares. Tudo isso, com o propósito de tornar o Brasil rico em florestas e limpo em um futuro próximo. 

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