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As queimadas e a preservação do meio-ambiente

O filme "O lórax: Em busca da trúfula perdida" discorre sobre a cidade de Thneedville, nela resta uma única árvore escondida e todas as outras são de plástico. Além disso, a cidade possui ar e rios poluídos, chegando a obrigar seus habitantes a comprar ar puro, tudo isso em decorrência do desmatamento excessivo. Paralelamente à trama, fora da ficção, países — como o Brasil — vêm demonstrando-se extremamente voltados ao desenvolvimento econômico em detrimento de um uso sustentável do meio ambiente e, consequentemente, da saúde de seus cidadãos.


Em primeira análise, deve-se destacar a importância da gestão de um desenvolvimento sustentável para o crescimento dos países. Sob esse prisma, são observadas sucessivas queimadas ilegais que agridem áreas de proteção ambiental e são realizadas para uso de mineradoras e agropecuaristas que visam estabelecer suas atividades — dentre elas, o extrativismo, as grandes plantações e a criação de gado —, como ocorre na Floresta Amazônica em território brasileiro. Nesse viés, o Estado, muitas vezes, mostra-se impune às transgressões cometidas por grandes empresas e latifundiários — negligenciando o fato de que essas ações podem impedir o uso dos recursos naturais como fonte de energia e matéria-prima futuramente, uma vez que já foram extremamente danificados.


Por conseguinte, a saúde da população é fortemente prejudicada por esses impactos ambientais de forma direta ou indireta. Nessa perspectiva, o excesso do extrativismo e das queimadas impactam a vida dos cidadãos devido às consequências geradas por essas atividades, trazendo à tona problemas como o crescimento no número de doenças respiratórias e a má qualidade da água consumida. Ademais, grupos sociais que dependem diretamente da natureza para sobreviver — pescadores, por exemplo — são ainda mais prejudicados em razão da poluição. Por isso, o artigo 225° da Constituição Federal brasileira determina que é dever do poder público e do povo preservar o meio ambiente, assegurando a sadia qualidade de vida a todos, evidenciando a relevância de medidas preservativas.


Portanto, tendo em vista o impacto negativo das queimadas ilegais e a necessidade de preservar o meio ambiente, urge que medidas sejam tomadas para mitigar essas problemáticas. Dessa forma, cabe aos Estados, por meio do poder judiciário e suas respectivas leis, garantir a penalização de pessoas físicas ou jurídicas que cometam delitos contra o meio ambiente para que esse possa ser utilizado conscientemente pelas presentes e futuras gerações. Somente assim, haverá um desenvolvimento sustentável e a saúde do povo será resguardada.

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