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As queimadas e a preservação do meio-ambiente

Em 2019/20, a Austrália foi atingida por queimadas que devastaram áreas florestais e urbanas. Do mesmo modo, outros países como o Brasil, sofrem todos os anos com esse problema que causa impactos tanto na fauna e flora, quanto no clima.


É primordial ressaltar, que os incêndios causam a perda da diversidade, mata espécies nativas e endêmicas. Além disso, ao atingir grandes proporções chegam a áreas urbanas. Exemplo disso, foram as queimadas na Austrália supracitadas, que matou 27 pessoas e 1 bilhão de animais, destruiu 2 mil casas e desabrigou milhares de pessoas, segundo o G1. Além disso, a fumaça proveniente dos fogos prejudica o sistema respiratório dos seres vivos.


Outrossim, as queimadas são responsáveis pelas mudanças climáticas em todo o mundo. Isso, porque elas são causadoras de pelo menos 75% das emissões de gás carbônico no Brasil, segundo o G1. Por consequência, ao chegar a atmosfera, essa substância agrava o efeito estufa, causando o temível superaquecimento global.


É evidente, portanto, os impactos dessa problemática. Dessa forma, cabe ao poder legislativo criminalizar as açoes provocadas pelo ser humano que resulta em queimadas, por meio da criação da lei de preservação ambiental, a fim de acabar com os focos de incêndio pela ação antropóloga. Além disso, o Ministério de Meio Ambiente deve promover o reflorestamento das áreas atingidas pelo fogo, por meio da contratação das pessoas que moram próximas a elas, com o intuito de promover a sucessão ecológica desse local e ainda disponibilizará empregos.

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