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As queimadas e a preservação do meio-ambiente

                                      Meio ambiente e sua problemática crescente.


    Promulgado em 1997, o Protocolo de Kyoto previa a redução de no mínimo 5% nas emissões de gases estufas, por diversos países industrializados. No entanto, com o agravamento contínuo de queimadas florestais e a reconhecida funcionalidade da flora em absorver os gases tóxicos, indubitavelmente a devida problemática se ascendeu no planeta. Nesse sentido, há a elevação de desequilíbrios ambientais, bem como prejuízos populacionais da fauna em inúmeras localidades.


    Primordialmente, é válido ressaltar as atitudes inóspitas para o crescimento da controversa. Nesse viés, em 1940 com a inserção da Revolução Verde e a possibilidade de ampliação da fronteira agropecuária, é notável a necessidade do desmatamento e ,por conseguinte, de queimadas para a implementação dos meios produtivos. Conforme demonstra a migração sulista no século XX, para o Centro- Oeste brasileiro, que por meio da correção da acidez do solo e a limpeza árborea com queimadas, inseriu a população na região agrícola. Além, da responsabilidade estatal para o desenvolvimento da problemática, já que desenvolve constantemente incentivos a expansão do setor primário de produção, e em contrapartida não realiza no meio ambientalista.


   Outrossim, cabe salientar as consequências dos atos citados acima. Sendo assim, há a proliferação de desequilíbrios ecológicos, como por exemplo, com o desmatamento da mata ciliar ocorre o agravamento do assoreamento, de tal forma que gera a diminuição contínua da profundidade de cursos de água, prejudicando intensivamente o bem-estar dos seres marinhos. Bem como, transcorre-se a migração elevada da fauna de seus devidos habitats, prejudicando a conservação dos meios naturais e o turismo local de inúmeras nações.


   Em príncipio, em decorrência dos preceitos difundidos pelo Protocolo de Kyoto não estarem sendo segurados por grande parcela de países, é necessário a inserção de medidas a fim de mitigar a situação. Dessa maneira, é de responsabilidade do Ministério do Meio Ambiente, juntamente com organizações ambientalistas, a promoção da limitação da fronteira agropecuária, mediante emenda constitucional e penalização severas aos infratores, com o intuito de conservar o turismo e a biodiversidade mundial.

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