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As queimadas e a preservação do meio-ambiente

O grande incêndio em Roma, provocado pelo Imperador Nero, mostra que o homem não tem controle sobre a destruição. Hoje, essa ideia não é diferente, quando são percebidas queimadas para limpar áreas à serem utilizadas para agropecuária ou mineração e o fogo acaba se alastrando. Essa situação torna-se um problema, não só, pela alteração dos ecossistemas naturais, como também, pela consequente poluição atmosférica.


Em primeira análise, o aumento significativo das queimadas têm contribuido para a redução da fauna e flora local. De acordo com o INPE, as queimadas na Amazônia, em 2019, superaram a média história. Com isso, é certo que, tem-se perdido grande diversidade de espécies, além da alteração do ecossistema natural. Diante disso, é necessário maior empenho na preservação dos ambientes naturais, garantido, assim, melhor qualidade de vida para as futuras gerações.


Em uma segunda análise, a grande liberação de gases poluentes e partículas em suspenção na atmosfera podem causar diversos problemas. Por exemplo, podem causar, de doenças respiratórias, até o agravamento do efeito estufa e como consequência o aquecimento global. Como dizia Franklin Roosevelt, a nação destrói a si mesma, a medida que destrói seu território. Nesse sentido, é imprescindível que algo seja feito para a prevenção das queimadas.


Portando, medidas são necessárias para resolver o impasse. Para tal, é necessário que o Poder Executivo torne as leis existentes mais eficazes, por meio de sanções e penas maiores, para, assim, dificultar a ação dos criminosos. Também, é importante que o Ministério da Educação junto com o Ministério do Meio Ambiente promova a importância da preservação de ambientes naturais, atavés de palestras e oficinas em escolas. Dessa forma, será garantida às futuras gerações, um ambiente sadio.

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