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As queimadas e a preservação do meio-ambiente

        As conferências nacinais de saúde no decorrer de suas edições passaram a integralizar o conceito de saúde à sua interação com o ambiente. Entretando as divergências de ideias para minimizar os impactos relacionados a temática ainda é um fator que sustenta o problema, sendo esse cenário fruto da maximização de interesses políticos e econômicos. Ademais, é imperioso destacar a inércia estatal e as relações humanas com o meio natural em que está inserido.


        Em primeiro lugar,  o tratamento  da natureza pelo governo, associado aos interesses financeiros por trás de toda convenção, preparam um terreno fértil para um desequilibrio ecológico. Isso ocorre porque, em decorrencia de novas prioridades, evidenciadas com a saída de acordos ambientais, mostraram um desprezo quanto a importancia de manutenção dos habitat e nichos ecológicos influenciando a dinâmica de populações da região. Nesse contexto, Mahatma Ghandi em seus pensamentos dizia que era necessário mudança interna de cada individuo para haver mudança do meio. Sob essa pespectiva, há uma pretensa relação de desprezo perante as problemáticas, que resulta em um setor prejudicado.


       Somado a isso, as relaçoes do ser humano com o ambiente, associados aos pensamentos redundantes, destacam o problema. Nesse pretexto, em decorrencia do pensamento individual e coletivo reduzido, impõe um espécie de bolha social limitadora de conhecimento, tornando as pessoas escravas de sua própria ignorância. Por certo, aristóteles em seus pensamento refutava que a coragem é a primeira qualidade do homem que garante todas as outras, ressaltando a importancia da superação do medo em busca de  conhecimento para reduzir a membrana que reveste a capsula do desconhecimento. Nesse cenário, o papel da educação ambiental e intelectual  se mostra fundamental na concepção do cotidiano.


       Fica claro, portanto, que os meio de tratamento ambiental em nível estatal e escolar contribuem para a formação de um estado poluidor e destruidor da natureza. Desse modo, compete ao Poder Legislativo a imposição de projetos de lei que resguardem e reforcem a importância ambiental, através da criação de grupos de elaboração, aumentando a carga de leis que contemplem a preservação ambiental, a fim de garantir proteção tanto de espécies em extinção como a biodiversidade encontrada em território brasileiro. Assim também, compete ao Ministério da educação a inclusão de disciplinas de educação ambiental na matriz curricular do ensino médio, a partir de elaboração de planos de ensino que atendam as escolas estaduais e municipais, desde o nível fundamental ao médio com o professor atuando como intermédio do estado, a fim de corroborar para uma evolução social do aluno.

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